Perguntas enviadas à seção “Oráculo” entre 20/10/2006 e 23/03/2006






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Perguntas enviadas à seção “Oráculo” entre 20/10/2006 e 23/03/2006
Ao todo são 146 perguntas dispostas na ordem inversa em que aparecem no painel de controle: na página 1 estão as perguntas mais recentes e na página 15 as mais antigas. Em cada página as perguntas mais recentes aparecem no topo, por isso, ao copiar e colar, elas ficam nessa ordem: 6, 5, 4, 3, 2, 1, 16, 15, 14, 13, 12, 11, 10, 9, 8, 7, 26, 25, 24, 23, 22, 21 etc.

Ao eleger a pergunta de sua preferência, informe a data e o horário em que foi postada e nome do autor. As perguntas mais votadas serão respondidas. Cada IP pode enviar apenas 1 voto. Os votos de membros e assinantes de Sigma terão peso 3.

Update (17/04/2009): As respostas estão em azul.

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Nome: Rodolfo


Email: querubimungido@ig.com.br

Data: 17/12/2004 11:43:58

Pergunta: Caro Hindemburg O sr. poderia avaliar uma questão de matemática que criei, sei que ela é simples para alguem com as suas habilidades, todavia não encontrei ninguem proximo com habilidade suficiente para resolve-la, quem dirá avalia-la. Ai vai a questão: 1º) Calcule a área aproximada da cidade sufwy do planeta Zontraw. Sabendo que este planeta é formado por 5x1049 átomos, desses átomos 90% são do elemento X, 9% do elemento Y e 1% são do elemento Z. O elétron cursa 4x1019 voltas no átomo X em 36 minutos, ele percorre no átomo Y 5x1017 voltas em 18 minutos, e leva 9 minutos para percorrer 5x1016 voltas na eletrosfera do átomo Z. Lembro ainda que o perímetro da cidade é metade do raio do planeta e sua área forma um hexágono regular.Obs: a área deve ser dada em Km2. Dados: 1x107 Km/h – velocidade do elétron. pi=3 Agradeço o vossa ajuda. Queria ainda pedir se possivel que o sr. envie-me a introdução sobre a sua teoria n-dimensional, diga aonde posso comprar livros falando deste assunto. Saudações Rodolfo

Nome: Rodolfo


Email: querubimungido@ig.com.br

Data: 6/12/2004 16:47:15

Pergunta: Caro Hindemburg Queria saber, como utilizar a formula para calcular o QIG, posto que já tentei calculalo varias vezes todas atinguindo o QIG>190. O que indica que inflacionei o meu QIG, pois meu QI varia de 146-154 nos testes com o teto de 161. Queria saber qual é o meu verdadeiro QIG. PS: você pode me enviar os teste que classificou de dificieis mais disse que não colocaria no sigma, por telos respondido com facilidade.

Nome: Daniel Guisse


Email: guisse@uol.com.br

Data: 27/11/2004 22:04:21

Pergunta: Olá! Sou eu novamente! O conceito de que existe principio e fim não seria meramente humano? Pelo fato de nós, seres humanos, encararmos a transformação pelo qual todos passamos (digo nascer e morrer) como uma "degradação" não teríamos instintivamente "inventado" o conceito do principio e do fim (como o de que Deus que surgiu do nada e criou o universo), será que nossa inteligência evoluirá a ponto de compreendermos atravéz da ciência que não pode existir um principio e um fim? Acredito nisso!! Abraço! Daniel Guisse

Nome: Daniel Guisse


Email: guisse@uol.com.br

Data: 27/11/2004 21:58:44

Pergunta: Nossos genes trabalham em favor da preservação de nossa espécie, logo, não nos permitiria atingir um grau de inteligência capaz de aceitar que independente de estarmos vivos ou mortos, continuaremos existindo em tudo, o que nos leva a acreditar no "indiviuo", é a consciência!!, a partir do momento que você a perde (seja por uma paulada na cabeça ou a morte propriamente dita) você simplesmente continuará a fazer parte do universo em tudo e em todos, SÓ EXISTIMOS QUANDO NOSSO CÉREBRO FUNCIONA NORMALMENTE? ...eu acho que não!! Aguardo sua genial resposta!! Uma abraço Daniel Guisse

Nome: Luis


Email: Chacho@hotmail.com

Data: 24/11/2004 02:48:30

Pergunta: Como se llega a la felicidad

Nome: Eduardo André Both


Email: Eduardoboth@yahoo.com.br

Data: 20/10/2004 20:26:14

Pergunta: Estimado Hindemburg, Podemos saber alguma coisa? Agradeço a oportunidade de lhe falar. Abraço, Both.
Grande Eduardo!

É um prazer achar você aqui.

Por volta de 2002 eu estava pensando sobre a conclusão a que chegou Descartes, de que ele precisaria existir para que pudesse pensar (“penso, logo existo”). Depois de longas voltas sobre a possibilidade de o pensamento ser falho e a lógica que estabelece a necessidade de existência para que se possa pensar, também estar sujeita a ser falha, me pareceu que a certeza da existência não poderia ser anulada ainda que a mente estivesse equivocada quando supõe que não se poderia pensar sem existir. Na Platinum Society postei umas 5 páginas sobre isso. Mas no final, não ficou muito clara a idéia de que se possa saber que algo existe (não necessariamente a entidade pensante ser este “algo”), ou que eu ou você existimos, ainda que esta sensação e intuição sejam extremamente fortes e nosso pensamento nos indique a impossibilidade do contrário. Pois não temos como lidar com o assunto sem recorrer ao pensamento, e cientes de que ele pode estar incorrendo em erros, ainda que sejamos levados a *pensar* que o erro deve ser precedido pela existência (se há erro há existência, existe pelo menos algo ou alguma estrutura ou idéia, ainda que abstrata, para haver erro) e mesmo que o pensamento não esteja certo, ele (o pensamento) precisa existir, mesmo que independentemente de uma entidade pensante, novamente toda a construção é concebida pelo pensamento e sujeita a erro. No fim, se o pensamento não for considerado uma fonte segura (o pensamento em si, não de uma entidade pensante em particular), e isso assumido como premissa, não vejo como se possa sequer provar a existência. A afirmação de Descartes parte da hipótese de que o pensamento é confiável, quando faz tal afirmação. Se colocarmos em dúvida esta confiabilidade, creio que nada se pode saber, nem sequer se existimos, por mais absurdo que isso possa parecer. Quando se admite que o pensamento é uma fonte segura de informação, então se pode conhecer muitas coisas, como algumas propriedades de certas figuras geométricas, propriedades de certos números, se uma determinada sentença construída a partir de determinados axiomas é verdadeira ou falsa etc. Quanto ao mundo físico, podemos saber que algo existe.

Abraços.


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Nome: (xxx)


Email: (xxx)

Data: 5/2/2005 14:31:02

Pergunta: Hindemburg, Tenho em casa um software de xadrez chamado Chessmaster 8000, que já possui versões 9000 e 10Th. Possui um banco de dados riquíssimo com mais de 506.000 jogos dos melhores jogadores de xadrez do mundo,incluindo os grandes clássicos, propõe alguns problemas enfrentados no xadrez, ensina sobre cada peça e seus movimentos,faz análise de jogo, enfim é um programa super completo. Nesse jogo, há vários níveis de dificuldade, cada nível é representado por um jogador de xadrez, há o nível facílimo, e também níveis muito difíceis que simulam jogos contra os maiores jogadores de xadrez do mundo, e também com o personagem criado pela empresa: Chessmaster, com a típica imagem de um velhinho muito sábio que possui score 2940 !?!. Esse programa realmente simula esses níveis de dificuldade ??? Esse é atualmente o melhor programa de xadrez que se pode ter em casa ? Caso ainda não conheça, aconselho que adquira, pois é realmente muito interessante e difícil. Abraços !!!

Nome: Aisa silva


Email: aisasilva@bol.com.br

Data: 23/1/2005 17:45:45

Pergunta: Eu vou conseguir o homem da minha vida? Vou realizar o meu sonho?
Talvez.


Nome: John


Email: john_maia_sales@hotmail.com

Data: 17/1/2005 03:10:51

Pergunta: Se voce faz jus a o verdadeiro nome da palavra. Me diga qual a chance de eu ser realmente quem sou , ou se sou a criação de algum cara que viveu nas mesma circuntancias que a minha

Nome: rafael petreconi


Email: petreconi@bol.com.br

Data: 16/1/2005 18:02:52

Pergunta: ola, tudo bem ? Ainda nao li todos os topicos do oraculo, mas dando uma passada nao encontrei nada sobre o infinito, que me parece um tema interessante. Estudo fisica e na universidade esse assunto nao é muito agradável para alguns professores, para os alunos da graduaçao entao nem se fala. Eu nao entendo nada do assunto, portanto a minha pergunta pode nao ser das melhores!!!!! Gostaria de saber se o conceito de infinito pode ser relativo?
Olá!

Tudo bem. Obrigado. E você?

Basta pesquisar sobre os conjuntos transfinitos de Cantor.

Abraços.


Nome: Sebastian Grillo


Email: Grillatzo@hotmail.com

Data: 13/1/2005 21:03:36

Pergunta: Cual es la solucion de este problema? http://groups.msn.com/Logmat31416/artematematico.msnw?action=ShowPhoto&PhotoID=2 Saludos

Nome: jayson rosa


Email: jaysonrosa@hotmail.com

Data: 13/1/2005 15:48:58

Pergunta: O que é a verdade ? Pessoas de alto QI são gênios, cegos ou criadores de novas realidades ? (Maya)

Nome: (xxx)


Email: (xxx)

Data: 12/1/2005 20:42:18

Pergunta: Hindemburg, Gostaria de saber qual pessoa possui a melhor memória do mundo, pois há muita especulação sobre esse assunto. Alguns dizem que existem pessoas capazes de decorar dezenas de páginas de um livro com apenas uma única leitura. Isso é verdade ? Como explicar fenômenos intelectuais como Devi Shakuntala, que multiplicou 2 números de 13 dígitos em apenas 28 segundos ou Ziad Youssef Fazah que afirma falar fluentemente 58 idiomas que foi capaz de aprender em apenas alguns anos, ou ainda um professor universitário que diz ser capaz de ler a uma velocidade de 12000 ppm.Todas essas capacidades são possíveis ou não se deve acreditar em tudo que se lê ? Toda essa superiodade intelectual que nos "deixa no chinelo" se deve à genética ou a muito estudo e esforço ? Aproveitando a oportunidade gostaria de fazer uma última pergunta, qual a fórmula usada para transformar um rating ELO em QI ? Muito obrigado pela atenção dispensada ! Um abraço !!!

Nome: Salvador Ramos


Email: sb.ramos@uol.com.br

Data: 2/1/2005 15:20:59

Pergunta: Há quem diga que os grandes gênios da matemática fazem suas contrubuições até, no máximo,por volta dos 30 anos de idade. Isso porque parece que depois dessa idade, a inteligencia do sujeito meio que "normaliza", como se ele perdesse o poder de processamento ou a força criativa. Por outro lado um escritor só fica "maduro" e vai produzir sua ou suas obras-primas, em geral, depois dos 40, 50 anos de idade. O que isso significa?


1) Uma queda de performance de um QI 200 para 195 não significa que a inteligência normalizou.

2) Matemática se produz a partir do pensamento, que independe da interação com o mundo. Quanto mais eficiente o cérebro, melhor para lidar com questões abstratas. À medida que começa a se degradar, a performance cai para estas finalidades. O conhecimento do mundo físico não intere tanto na capacidade de conceber idéias abstratas originais, enquanto a degeneração do cérebro torna cada vez mais difícil produzir idéias abstratas inovadoras e corretas.

3) Literatura se produz com uma combinação de conhecimento e pensamento, e o conhecimento depende de uma interação com a natureza e com as pessoas; quanto maior a amostra de experiências similares ou distintas vivenciadas, maior a quantidade de dados de que se dispõe para articular idéias mais elaboradas, ricas e complexas, e com maiores probabilidades de serem corretas ou representativas dos fatos. A queda na performance do cérebro é mais lenta do que o aumento no volume de conhecimento, o que leva a se produzir obras de melhor qualidade.

Nome: Sergio Ramiro


Email: ramiro@rn.gov.br

Data: 23/12/2004 19:39:19

Pergunta: Quem é o criador do PDCA?? Demming ou shuwart?? ou quem??

Nome: Alexandre Laner Cardoso


Email: alexlcardoso@hotmail.com

Data: 18/12/2004 02:53:58

Pergunta: Oi, tudo bem? Sou um visitante... não sei se o oráculo está em funcionamento (a julgar pela atualização da seção pouco atual, com o perdão da brincadeira de gosto questionável)... de qualquer maneira vou arriscar... Tenho, na verdade, duas perguntas: 1)Durante uma aula de morfo-funcionalidade, meu professor colocou uma questão em debate... agora que estou de férias, eu e meus amigos discutimos (e devo dizer de maneira consideravelmente ácida) sobre tal tema... em fim, a duvida é: evolutivamente, a forma (de órgãos, de tecidos, etc) determina a sua função ou a função determina a sua forma?... minha opinião é que se autodeterminam (a forma dirá o tipo de função e a função determinará a permanência ou não dessa forma)... e você, o que pensa sobre? 2)Li em algum lugar um desses pseudoparadoxos (acho que há algum autor conhecido)... sei que não é uma dúvida, mas achei a idéia interessante e gostaria de uma opinião sobre (... se é possível chegar em alguma conclusão lógica mais profunda do que a que cheguei... que foi nenhuma). É algo assim: Se Deus, por sua definição como criador de tudo, é onipotente, então poderia criar uma pedra tão pesada que nem mesmo ele poderia carregar? Se pudesse, então não seria mais onipotente... no caso inverso, também (não poderia fazer o tal objeto)... De qualquer maneira, obrigado pela atenção dispensada para umas perguntas tão inúteis. Techaus! P.S.: Caso o oráculo não esteja mais funcionando, por favor, avise-me... Não me faça ter homeopáticas e infrutíferas esperanças... obrigado.

Deus poderia criar uma pedra tão pesada que Ele não pudesse carregar naquele instante, e logo depois poderia carregá-la. Não é um paradoxo. Se se dissesse que no momento que Ele estivesse carregando a pedra Ele não a poderia carregar, também não seria um paradoxo, mas sim uma construção com sintaxe incorreta, porque uma sentença não pode ter uma afirmação e uma negação desta afirmação simultânea a esta afirmação. Não faz sentido dizer “este número é 2 e, ao mesmo tempo, não é 2”. Se se fala de algo definido com menos univocidade do que um número, como por exemplo: “isto é um livro e, ao mesmo tempo, não é um livro”, então o problema passa a ser a vastidão de propriedades do objeto a que se faz alusão, e a dificuldade para se estratificar e classificar cada objeto, pois a linguagem pode não ser suficientemente rigorosa para atribuir a um conceito idealizado de “livro” uma quantidade suficiente de características que possibilitem distinguir claramente um livro de um não-livro quando se pensa em objetos reais que possam ter algumas das características de um livro e algumas de “não-livro”. Poderíamos dizer que só é um livro aquilo que possui todas as características de um livro, mas ainda assim a linguagem poderia nos criar algumas dificuldades. Por exemplo: digamos que um livro precisa ter 50 páginas ou mais, e temos um objeto com 49 páginas que possui todas as demais características que um livro deveria ter. Se adicionarmos uma página em branco, ou uma página com agradecimentos, ou se reduzirmos o tamanho das margens de modo que fique com uma página a mais mantendo mesmo conteúdo, ou aumentando o tamanho das fontes, ou usando maior espaçamento entre os caracteres e/ou palavras, de modo a ficar com 50 páginas, isso o classificaria melhor na categoria “livro” do que antes? Ou o critério das 50 páginas é que seria demasiado superficial e arbitrário para ter utilidade real na classificação?
Há muitas formas dramaticamente diferentes que podem desempenhar mesma função, e muitas funções diferentes que podem ser desempenhadas por determinada forma estrutural. Portanto, se mutações aleatórias (ou pseudoaleatórias) podem levar uma forma a seguir por dois ou mais caminhos evolutivos distintos, ambos com aproximadamente igual probabilidade de sucesso no desempenho de determinada função, o resulto desta mutação não é “determinado” pela forma nem pela função. A aleatoriedade determina um dos caminhos, e depois disso o acumulo de mutações que sirvam para reforçar a adaptabilidade nesse sentido se tornam úteis e promissoras e são incorporadas e transmitidas, enquanto as demais são “descartadas”. Quando duas ou mais mutações distintas se mostram suficientemente promissoras para prosperar, mesmo que não sejam igualmente promissoras, mas desde que a desproporção não seja grande o bastante para que uma delas seja extinta, e uma ou mais destas diferenças é muito pronunciada, a ponto de os descendentes reduzirem drasticamente as probabilidades de poderem procriar entre si, isso os divide em 2 espécies diferentes. Logo não é a forma que determina a função, nem a função que determina a forma, mas ambas são aleatoriamente determinadas, e após serem determinadas é que passam a se influenciar de modo a se otimizarem dentro do rumo que foi randomicamente determinado pela mutação. Embora a diferença possa parecer sutil e de pequena importância, na verdade é muito grande e fundamental, porque pensar em termos de forma determinar função ou função determinar forma ou ambas se determinando interativamente é um pensamento lamarckiano, não darwiniano/wallaceano.
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