Revistas de saúde pública e epidemiologia publicados no brasil e em outros países de lingua portuguesa






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REVISTAS DE SAÚDE PÚBLICA E EPIDEMIOLOGIA PUBLICADOS NO BRASIL E EM OUTROS PAÍSES DE LINGUA PORTUGUESA

Maurício L Barreto

Instituto de Saúde Coletiva, Universidade Federal da Bahia, Brasil

e-mail: maurício@ufba.br
Rita Barradas Barata

Departamento de Medicina Social, Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

e-mail: rita.barata@fcmscsp.edu.br
As pesquisas epidemiológicas no Brasil ganharam grande impulso a partir da década de 70 com a implantação dos primeiros cursos de pós-graduação em Saúde Pública no país. A criação no final da década, da Associação Brasileira de Pós-graduação em Saúde Coletiva (ABRASCO) e a constituição de sua comissão de epidemiologia desempenharam importante papel no fortalecimento desta área de conhecimento. A realização, a partir de 1990, de congressos brasileiros de epidemiologia a intervalos trienais, propiciou espaço para a divulgação da produção tanto de docentes e pesquisadores quanto de profissionais de saúde com atuação na área.

Estes fatos tiveram repercussão na produção científica e no período de 1973-19992 o Brasil já era responsável por 60,7% dos artigos na área de saúde pública produzidos por pesquisadores da América Latina, e publicados em periódicos indexados da base bibliográfica do ISI/Thomson Scientific.1 Este dado torna-se mais importante quando observa-se que com relação à pesquisa clinica e à pesquisa biomédica básica a percentagem da produção brasileira era de 26.6% e 38.7%, respectivamente.

No momento existem no país 39 programas de pós-graduação em Saúde Coletiva, dos quais três são exclusivos em Epidemiologia. O diretório de grupos de pesquisa do Conselho Nacional de Pesquisas tem cadastrado, no censo de 2004, 506 grupos com pelo menos uma linha de pesquisa em epidemiologia. A composição média de cada grupo é de 6,1 pesquisadores. 2

O financiamento das pesquisas em epidemiologia é feito fundamentalmente através das agências de fomento do sistema nacional de ciência e tecnologia: Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq), Financiadora de Estudos e Projetos FINEP), Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde (DECIT/MS) e Fundações Amparo à Pesquisa existentes na maioria dos 27 Estados que formam o país. Pequena parcela dos projetos recebe financiamento externo de agências de fomento e órgãos do sistema das Nações Unidas. Nos últimos cinco anos observou-se aumento substancial dos recursos financeiros direcionados para a pesquisa na área da Saúde.3
Bibliographic databases and Open Access

LILACS- Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde

A base de dados LILACS, é produzida de forma cooperativa pelas instituições que integram o Sistema Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde. A LILACS registra a literatura científico-técnica em saúde produzida por autores latino-americanos e do Caribe publicada a partir de 1982.4

Os principais objetivos desta base de dados são o controle bibliográfico e a disseminação da literatura científico-técnica latino-americana e do Caribe na área da Saúde, ausente das bases de dados internacionais. Na LILACS são descritos e indexados: teses, livros, capítulos de livros, anais de congressos ou conferências, relatórios técnico-científicos, artigos de revistas, etc., relacionados à área da Saúde.4

O acesso à base de dados LILACS pode ser realizado em disco compacto LILACS/CD-ROM e também integralmente na Biblioteca Virtual em Saúde (www.bvs.org.br) no item Literatura Científica, com conexões a fontes de informação complementares, particularmente com bases de dados de textos completos e serviços online de fornecimento de cópias de documentos.4

O LILACS/CD-ROM possui periodicidade quadrimestral e inclui as bases de dados do Sistema LILACS, bases de dados de Centros Especializados e da Biblioteca da Organização Pan-Americana da Saúde, e a base de dados SeCS - Seriados em Ciências da Saúde. Pode ser adquirido por assinatura por qualquer usuário ou biblioteca. A política de distribuição de LILACS/CD-ROM aos Centros Cooperantes é baseada na contribuição para a base de dados LILACS.4

A base LILACS reúne até 432.093 documentos dos quais 77,8% correspondem a artigos publicados em periódicos, 16,1% a monografias, 4,7% a teses e 1,4%, grande parte deste material constitui o que se denomina de "literatura cinzenta", pois cannot be found easily through conventional channels such as publishers. Cerca de 50% dos documentos registrados na base são escritos em espanhol e 40% em português. Os demais correspondem a documentos em inglês, francês, italiano e alemão. As produções brasileiras correspondem a 54% dos documentos e destas 68,5% foram publicadas no próprio país. O restante da produção brasileira distribui-se nos diferentes países latino-americanos predominando a Argentina (4,4%), o México (2,2%) e o Chile (1,9%). A produção brasileira é a que apresenta maior diversidade de locais de publicação.4
SciELO – Scientific Eletronic Library Online

O portal SciELO5 é um repositório de bibliografia científica que permite acesso livre a coleções de periódicos selecionados de 6 países latinoamericanos (Argentina, Brazil, Chile, Colômbia, Cuba, e Venezulea) e 2 ibéricos (Espanha e Portugal). Essas coleções totalizam 450 títulos em várias áreas do conhecimento. A coleção Saúde Pública conta atualmente com 11 periódicos: quatro periódicos brasileiros (Cadernos de Saúde Pública, Ciência & Saúde Coletiva, Revista Brasileira de Epidemiologia e Revista de Saúde Pública), a Revista de Saúde Pública da Colômbia, Revista Cubana de Saúde Pública, Salud Pública de México, Revista Española de Salud Pública, Gaceta Sanitária (Espanha), Panamerican Journal of Public Health (PAHO) e Bulletin of the World Health Organization.5

A criação do SciELO em 1997 possibilitada pela cooperação entre o Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), tem por objetivo aumentar e sustentar a visibilidade, acessibilidade, qualidade, uso e impacto de periódicos científicos. O SciELO representa uma das mais importantes iniciativas mundiais no movimento de acesso aberto e o avanço mais inovador e de maior impacto para o fortalecimento de periódicos brasileiros e dos demais países da América Latina.5

Entre 2001 e 2006, foram recebidos 795 pedidos de avaliação de periódicos para integração à base SciELO, coleção Brasil. Nesse período 572 títulos foram avaliados e 122 (15,3%) aprovados. Os títulos da área da Saúde representam 29% da coleção Brasil. O SciELO está entre as 10 bases mais acessadas através do Google Scholar e responde por 14% dos acessos a periódicos do Directory of Open Acess Journals (DOAJ).6 Os artigos das coleções podem ser acessados diretamente no site (www.scielo.br) ou através de links encontrados no LILACS (Literatura Latinoamericana em Ciências da Saúde), DOAJ, PubMed/MedLine, World Cat, WoS, plataforma Lattes, portal de periódicos CAPES e Google Scholar.


Os custos médios de operação do SciELO são de US$ 5,800 por periódico ano, cerca de US$ 114 por artigo novo incluído, US$ 14,55 por artigo mantido na base e 2 cents por download de texto completo.6

O sistema de buscas do portal SciELO permite a localização por periódicos, autores, títulos, assuntos, tipo de pesquisa e o acesso ao texto completo em htlm ou pdf. Para os periódicos contidos em sua base, o SciELO elabora e torna disponíveis as informações bibliométricas habituais tais como fator de impacto, número de citações, número de acessos e outras.

A coleção Saúde Pública era formada apenas por periódicos indexados no Medline. A partir de agosto de 2007 o comitê Gestor modificou esta regra, definindo que os periódicos de Saúde Pública passíveis de serem incluídos na coleção devem publicar majoritariamente artigos relacionados com disciplinas do campo da Saúde Pública, incluindo política, planejamento e gestão em saúde, ciências sociais e saúde pública, promoção e intervenções de saúde e epidemiologia; pertencer a uma coleção nacional certificada e demonstrar cumprimento da periodicidade de publicação.
Epidemiology and Public Health Brazilian Journals,

No Brasil existem em torno de 839 revistas científicas7 que podem ser classificadas nas Áreas das Ciências da Saúde. Na base SciELO – Scientific Eletronic Library Online (www.scielo.org), que utiliza critérios rígidos de qualidade para selecionar os periódicos que comporão a sua base de open-acess, existem 57 periódicos brasileiros na área de Ciências da Saúde dos quais 38 são revistas de biomedicina, sendo 3 em Medicina Tropical e 8 em Saúde Pública e Epidemiologia. Em muitos desses 38 periódicos, eventualmente poderão ser publicados artigos de interesse para a Saúde Pública e Epidemiologia. (anexo 1) .

São regularmente publicadas no Brasil duas revistas centradas em epidemiologia (Revista Brasileira de Epidemiologia e Epidemiologia e Serviços de Saúde) e 16 outras revistas na área da Saúde Coletiva, muitas delas com uma grande proporção dos artigos publicados na área da epidemiologia. Destas 18 revistas 8 estão na Base SCIELO, sendo uma de epidemiologia. A Tabela 1 apresenta a relação dos 18 periódicos em Epidemiologia ou Saúde Coletiva publicadas no Brasil, indicando as bases de indexação nas quais se encontram, a língua em que os artigos são publicados e a periodicidade. Todas tem processo de peer-review para selecionar os artigos que publicam.

Em geral o financiamento destas revistas é provido por recursos obtidos junto a agências de fomento do sistema público de ciência e tecnologia do país. Algumas destas agencias tem linhas especificas de apoio a publicações científicas.

Com exceção da Revista de Saúde Pública, em todas elas os textos estão disponíveis em uma única língua, em geral português, seguida pelo o inglês. Porém todos os artigos contam com resumos em inglês, alem do português. Em seguida é apresentado um breve sumario das características de cada uma destas revistas:

A Revista Brasileira de Epidemiologia é uma publicação trimestral, editada pela Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva - ABRASCO, desde 1998, e tem por finalidade publicar artigos originais e inéditos, inclusive de revisão crítica sobre temas específicos, que contribuam para o conhecimento e desenvolvimento da Epidemiologia e ciências afins.

A revista Epidemiologia e Serviços de Saúde é publicada pelo Ministério da Saúde do Brasil. Tem como objetivo a difusão do conhecimento epidemiológico para o aprimoramento do Sistema Nacional de Saúde do país (SUS), bem como normas técnicas e resoluções do Ministério da Saúde relativas aos programas de controle de doenças.

A Revista de Saúde Pública é a mais antiga do grupo, tendo sido criada em 1967 pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo em substituição aos Arquivos da Faculdade de Higiene e Saúde Pública que vinham sendo publicados desde 1947. Sua missão é publicar e disseminar produtos do trabalho científico que sejam relevantes para a Saúde Pública. Grande parte dos artigos publicados pertence ao campo da epidemiologia. É a única das revistas deste grupo que tem seu fator de impacto mensurado pelo JCR, que em 2006 foi de 0.36. A partir de 2003 todos os textos têm versão eletrônica em inglês disponível na íntegra. No PubMed após selecionar o artigo aparecerá no canto superior esquerdo do resumo a indicação "free full text avaliable at SciELO.org english/ portuguese". Este link remete diretamente à página do artigo na SciELO.

O Cadernos de Saúde Pública foi criado em 1985 pela Escola Nacional de Saúde Pública vinculada à Fundação Oswaldo Cruz, instituição de pesquisa mantida pelo Ministério da Saúde do Brasil. . Tem por missão publicar artigos originais que contribuam para o estudo da saúde pública em geral e disciplinas afins, como epidemiologia, nutrição, parasitologia, ecologia e controles de vetores, saúde ambiental, políticas públicas e planejamento em saúde, ciências sociais aplicadas à saúde, dentre outras.

Ciência & Saúde Coletiva é uma das publicações da Associação Brasileira de Pós-graduação em Saúde Coletiva (ABRASCO), iniciada em 1996. A revista é temática e publica debates, análises e resultados de investigações sobre temas específicos considerados relevante para a Saúde Coletiva.

História, Ciência, Saúde, Manguinhos é outra publicação da Fundação Oswaldo Cruz, iniciada em 1994 e devoted to documentation, research, and museology in the history of the sciences and health. The journal publishes original articles and other material related to the history of the sciences and health.

A revista Interface - Comunicação, Saúde, Educação é uma publicação editada pela Fundação UNI e UNESP (Laboratório de Educação e Comunicação em Saúde, Departamento de Saúde Pública, Faculdade de Medicina de Botucatu e Departamento de Educação, Instituto de Biociências de Botucatu), voltada à articulação das Ciências da Saúde com as Humanidades, especialmente com a Comunicação, a Educação e a formação universitária. A Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita" (UNESP) é uma das três universidades públicas mantidas pelo Governo do Estado de São Paulo. A revista Interface foi lançada em agosto de 1997.

Physis – Revista de Saúde Coletiva é uma publicação do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, instituição pública de ensino superior custeada pelo Estado do Rio de Janeiro. Physis é uma publicação dedicada à production in the field of Collective Health, with emphasis in Human and Social Sciences, and Health Politics, Planning and Management. A publicação de temas em epidemiologia é pouco freqüente nesse periódico. Sua publicação iniciou-se em 1991.

A Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil é publicada pelo Instituto Materno Infantil de Pernambuco (IMIP) e sua missão é a divulgação de artigos sobre os aspectos biomédicos, epidemiológicos e socioculturais da saúde da mulher e da criança. Ela é financiada pelo próprio IMIP e também pelo ministério da Saúde do Brasil e UNESCO.

Cadernos de Saúde Coletiva é editado pelo Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro e publica trabalhos considerados inéditos e relevantes para a área da saúde pública. Os artigos podem ser obtidos com texto completo em acesso livre através da base LILACS ou diretamente no site www.nesc.ufrj.br/cadernos.

A Revista Brasileira de Vigilância Sanitária é uma publicação de caráter técnico-científico que tem por finalidade divulgar artigos originais e inéditos que contribuam para o conhecimento e desenvolvimento da vigilância sanitária e áreas afins, abrangendo temáticas referentes a serviços, produtos e tecnologias relacionados à saúde, avaliação de práticas sanitárias, programas e serviços de vigilância sanitária, saúde ambiental, saúde do trabalhador, políticas públicas, planejamento em saúde, entre outros. Foi criada em 2006 não contando ainda com indexação em nenhuma base bibliográfica.

A Revista Brasileira em Promoção da Saúde é o órgão oficial do Centro de Ciências da Saúde da Universidade de Fortaleza (UNIFOR). Tem como objetivo divulgar o conhecimento científico sobre promoção da saúde para profissionais da área de nutrição, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, odontologia, educação física, medicina e demais interessados. Os artigos podem ser acessados livremente no site da revista.

A Revista de Atenção Primária em Saúde é uma publicação da Universidade Federal de JuizdeFora em parceria com a Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade e da Rede de Educação Popular e Saúde. Entre os objetivos da revista podemos destacar o de sensibilizar profissionais e autoridades da área de saúde e estimular e divulgar temas e pesquisas em APS. A revista é publicada desde 1997 e os números a partir de 2003 estão disponíveis para download no site www.nates.ufjf.br.

A Revista da Escola Mineira de Saúde Pública foi criada em 2007 como veículo de divulgação da produção científica dos profissionais de saúde. Ela é editada pela Escola de Saúde Pública da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais. Os números podem ser acessados na página www.esp.mg.gov.br/piblicacoes.

A revista Saúde e Sociedade é a revista da Associação Paulista de Saúde Pública. Publica matéria inédita de natureza reflexiva, de pesquisa e atualização do conhecimento, sob a forma de: artigos de pesquisa e de atualização; análise de grandes temas; ensaios de natureza teórica metodológica e técnica. Publica, também relatos de experiência; biografias, entrevistas e depoimentos. São particularmente valorizados artigos que façam interface da saúde com a área de ciências humanas. Os artigos podem ser acessados diretamente do site em acesso livre.
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