Com o advento das redes sociais, ou melhor dizendo, como o advento das redes sociais mediadas por aparatos eletrônicos, a própria idéia de tecnologia e de redes






descargar 43.08 Kb.
títuloCom o advento das redes sociais, ou melhor dizendo, como o advento das redes sociais mediadas por aparatos eletrônicos, a própria idéia de tecnologia e de redes
fecha de publicación03.03.2016
tamaño43.08 Kb.
tipoDocumentos
med.se-todo.com > Derecho > Documentos


Com o advento das redes sociais, ou melhor dizendo, como o advento das redes sociais mediadas por aparatos eletrônicos, a própria idéia de tecnologia e de redes se entrelaçaram gerando diversas leituras sobre o fenômeno.
 
Muitas destas leituras apontam para uma espécie de naturalização da contemporaneidade da existência das redes.  Estas interpretações colocam as redes como fenômenos da era da informação digital. A massificação de produtos e artefatos, tais quais desktops, laptops, tablets, celulares e softwares de gerenciamento, seriam eles, os impulsores e protagonistas das redes sociais.
Existe inclusive uma tendência jornalística que coloca ênfase em movimentos sociais, tais como as recentes mobilizações em países árabes e a tomada das praças nas cidades da España, como desdobramentos diretos do recrutamento via o uso das redes sociais.

(1)Me parece que tocas un punto imporante, el tema de que las redes sociales ya existían antes de la llegada de internet. ¿Cómo há afectado el uso de internet a las redes sócias que ya exitían? ¿o cómo se cruzan redes sociaias com redes de comunicacion?

Antes mesmo de se materializar em código elétrico/binário esta rede de afetados1 já existia, ou melhor, este ânimo era de alguma maneira compartilhado. O que cabe a rede eletrônica é sua difusão, o reforço do ânimo e a profusão de narrativas veiculadas sem a necessidade da mediação convencional: grandes jornais, canais de televisão, e programas de rádio.

Claro está o papel que as redes sociais tiveram nestas mobilizações: velocidade e abrangência da difusão da informação, a possibilidade de criar fontes alternativas aos usuais centros de produção e mediação da informação, a retomada do senso de que o conhecimento e produção social são de esfera pública. Este último ponto diz respeito ao conhecimento e a produção social, sendo social pertence à todos. Começamos, e digo apenas começamos – e aqui me refiro `as massas - , a vislumbra a possibilidade de não dependermos mais dos antigos mediadores para formar redes de informação, circular o conhecimento e buscar pelos meios de produção da vida social.

(2)¿Cómo piensas que se puede dar este apropiamiento? ¿cómo pueden los gestores de danza iniciar um proceso de apropriação do conhecimento?

As redes sociais dependem de pelo menos de 3 fatores para existir2: Os nós ou pessoas, os vínculos e os fluxos de informação. Não seria capaz de falar aqui sobre a teoria das redes e tão pouco discorrer sobre a topologia das redes sociais mas é importante saber que existem basicamente  3 modelos de composição de redes sociais, largamente debatidos desde da década de 1950. São elas, as centralizadas, as descentralizadas e as distribuídas.

Estes modelos servem inclusive para as discussões sobre as práticas  e conformações políticas dos Estados Nações Democráticos, dos grandes blocos econômicos e das estruturas de poder dos Estado centralizados como as antigas Monarquias Absolutistas e Estados Autoritários.
Servem também para pensar na ação das multinacionais, nas formações institucionais de base hierárquica e em todo um fluxo de práticas sociais à margem de motivações mercadológicas.
Redes seriam então: Pessoas/Instituições ou nós vinculados ou mesmo perpassados por questões comuns que concretizam ou fazem destes vínculos questões ou práticas reais mediante o fluxo de informações.

(3)¿De qué manera piensas que internet modifica la forma de trabajo em los colectivos?

Eis um princípio de rede: Sem o fluxo constante de informação não são capazes de perpetuar.

Este fluxo pode ser centralizado, partindo de uma fonte de cima para baixo como o são nos sistema mais autoritários, podem ser descentralizados, dispersos em várias zonas de poder como são hoje os estados de uma nação (apesar de haver algum tipo de centralidade na unidade nação) e mesmos as instituições públicas ou privadas.

Já as redes distribuídas são horizontais, mais relacionadas às praticas sociais dos indivíduos com e em suas motivações de redes políticas, de arte, ecológicas, etc. Estas não podem ser facilmente identificadas de modo estrutural - existe o debate de que redes sociais distribuídas não podem ser conformadas por instituições por conta de seu caráter hierárquico - , possuem forte permeabilidade para reforçar ou desfazer seus laços e são "pluriárquicas".

Podemos aqui enunciar que o fluxo informacional  e a identidade criada pela repetição e remix deste fluxo, sob o ponto de vista do compartilhamento de objetos ou questões em comum, são de suma importância para que uma rede exista.

A internet, então, não inaugura a lógica social da redes. Hoje somos impelidos a naturalizar a internet como uma grande entidade assim com o fazemos com o mercado. Na ponta sempre existirão pessoas moldando ou sendo moldadas pelas técnicas criadas por elas mesmas3.

A internet é a materialização (organização e domínio do pulso elétricos) de formas e práticas em rede e devemos levantar outras questões: primeiramente que a separação entre virtual e realidade deixa de ser fundamental para compreendê-la. Segundo, que muito da internet, suas possibilidades de transformação social são bem vindas e devem ser apropriadas e reconhecidas como um território ou espaço de poder público e de livre circulação. Mas que em ultima analise ela é um grande aparato técnico/social fruto e apenas sustentado devido o atual modelo econômico vigente. Sua capa fisica4 é também, tal qual o capitalismo, o reino da mediação. Nela também existe um jogo de forças onde os modelos de redes centralizas, descentralizadas e distribuídas atuam sobre ela.

(4)Profundizar más em esta Idea de la apropiación social de internet para crear redes de trabajo.

Sob esta perspectiva o discurso do independente ou da ação independente deve levar em consideração que o uso desta gigantesca plataforma significa compreender a "interdependência" de nossas ações. Nossas escolhas tem haver mais com o quê , quando e como queremos depender de certas escolhas do que propriamente assumir independência. A própria rede ou ação em rede consiste em interdependência.

Rede significa responsabilidade mutua e sobre isso devemos avançar. Ter o conhecimento da existência material da capa física da rede nos permite diluir a dualidade virtual x real. A internet, a web como a conhecemos hoje, é uma  forma, uma máquina a mais de mediação social como já mencionamos. Assim é a fala, assim é a escrita, assim é o modelo palco x arquibancada, assim são o cinema e a fotografia, a própria arte.

Estes instrumentos, plataformas, códigos ou linguagens podem ser articulados de modo centralizado, descentralizado ou distribuído: A guerra pelo poder das narrativas modelam nossa história.

É desta forma que a tecnologia contribuiu para modificar a atuação nas redes: Compreender que os fluxos e trocas podem transcender o local, que não necessitam ser centralizados. A Rede Sul Americana de Dança possui esta potência:  Discutir a rede, sua ontologia e suas práticas permitem desenvolver um movimento transparente e sem mistificações para que se possa discutir abertamente sobre os rumos e modelos que se quer perseguir.

As tecnologias permitiram vislumbra a existência de outras redes locais e desta forma pensar e articular rede de redes. Fica o desafio de como agir. Certamente possui mais força do que atos individuais.

A rede reflete a natureza de um coletivo, de um comum, de algo que é compartilhado. Quanto mais fluxo houver mais perene é a rede e seus laços.

(5)Esta Idea es muy importante. Uma red pude formar parte de outra red. ¿De qué manera ayuda a las redes locales formar parte de uma red mayor?

Um dos desafios é compor redes distribuídas junto com as instituições, Estas, ou melhor, seus gestores devem reconhecer a permeabilidade das redes, pensar em modelos e espaços de fomento ou facilitação destes processos de troca e produção do conhecimento social. As instituições possuem estruturas hierárquicas mas seus projetos e algumas de suas ações podem permitir o desenvolvimento das redes distribuídas, Este seria um novo panorama cultural ao qual os gestores deveriam se debruçar.
Retomando a questão das mediações; queremos ser mediados pelas antigas instituições? Qual o grau de mediação desejável. Fica aqui a reflexão para os gestores de cultura?

Novas tecnologias?

Proponho aqui não pensar sob o prisma das novas tecnologias, mas das tecnologias como instrumentos ou meios de ampliar discursos. O papel fez isso com a oralidade, o palco com as performances, a gravação e auto falantes com a música e os discursos, o cinema com as imagens. Macluhan já pensava as tecnologias como extensões do corpo.
A internet, como um todo é um meio de potenciar as redes sociais, criar novas conexões dentro de um contexto agora hiperlocal.
Retiro do contexto a noção de novo, pois nos liberara do fetiche, do imperativo do uso de aparelhos e "gadgets" que o termo sugere. Pensar tecnologias é pensar nos mecanismos para manter os fluxos de informação. Essa e a grande contribuição desta malha que já completa meio século.

(6)Muy importante para los gestores esta Idea De los flujos de información.

Novas redes para a cultura

Neste passado meio século consolidaram-se as redes avançadas de pesquisa. Em grande parte financiadas por consórcios públicos e privados. Com mais peso, em sua origem, militar nos Estados Unidos e mais peso acadêmico na Europa.

Estas redes5 conectam por fibra óptica universidades, centros de pesquisa. com o intuito de otimizar pesquisas, não incorrer na repetição dos estudos. Através do compartilhamento aproveitar os esforços de criação do homem . Agora são os Centros Culturais e Museus que começam a ter  acesso a esta rede (ainda sob modelo descentralizado).
O acesso a estas redes de alta velocidade (ponto a ponto, podendo chegar até 10GB/s) são uma novidade no meio cultural e representam desafios tanto em respeito às programações culturais, como de gestão compartilhada e, principalmente, referente à questão de fomentar ou tornarem-se redes distribuídas de conhecimento.

Uma das grande possibilidades é poder criar eixos transversais de produção promovendo diálogo entre a academia e a produção cultural. Não apenas a academia que trata dos assuntos de comunicação, das ciências sociais e da cultura mas as academias de física, química, engenharia, matemática e desenvolvimento de software.  

A UFBA6 é um bom exemplo onde a dança  é encarada como uma plataforma a mais da arte e da tecnologia, onde sensores, redes, vídeo se cruzam ou "virtualizam" o corpo.

Estas redes de alta velocidade possuem grande potencial de interação e desenvolvimento de linhas de pesquisa. Os indivíduos na rede comercial já realizam suas interações permanentemente, já acessamos conteúdos de diversos lugares.
Para o gestor e para a instituição cultural isso e uma novidade pois não se trata apenas de trazer programação e conteúdos de outras instituições. Há de se pensar a gestão dos conteúdos em conjunto à outras instituições ( com características ou vocações diversas), as agendas e as metodologias.
Muitas destas instituições públicas possuem o secular problema de comunicação interna, seu engessamento e morosidade em dar respostas.

Os novos anéis de comunicação das redes avançadas de pesquisa podem ser a possibilidade, e de alguma maneira obrigam, antigas estruturas hierárquicas estarem disponíveis à enfrentar outros modelos de gestão, outros hábitos, além de ser um exercício de tolerância.

Nestas redes estão museus, centros de pesquisa e centros culturais, cada qual com sua vocação. Mais do que a tecnologia e sua estrutura física estas redes trazem o desafio da "gestão compartilhada" além de como pensar em novos públicos e formatos para suas já correntes programações.

A transversalidade se torna um imperativo.

Mais especificamente sobre a dança estas redes de alta velocidade podem ser os espaços capazes de disseminar técnicas por vezes compreendidas como de especialidade da robótica, da física ou da animação como praticas da dança.
A tecnologia massifica as próteses em nossos corpos: cirurgias, equipamentos que amplificam nossos sentidos, a miniaturização dos dispositivos eletrônicos fazem deles usuais e corriqueiros, onipresentes.
As tecnologias podem ajudar na ampliação de repertórios e das manifestações do corpo ao redor do mundo. A diversidade do corpo, o corpo cultural que dorme, trabalha, reza, que dança que se entrelaça com novos dispositivos, que é disputados pelas redes. Redes comerciais, redes culturais, redes de saúde, redes urbanas...
Contrapor os corpos: um corpo universal e um coro especifico.
Grande parte do que a tecnologia aporta sobre nossa vidas dizem respeito mais às metáforas que podem gerar, àsa reflexões que nos impele do que as funções dos objetos tecnológicos em si, eles não devem ser centrais para que não dependamos excessivamente das mediações que geram, ou melhor, das mediações que indiretamente temos com as empresas e seus objetivos econômicos mediados por seus objetos/aparelhos eletrônicos. É um ciclo de contradições mas não há como não enfrentá-las: os "novos" meios são alternativas aos velhos modelos centralizados mas já trazem em si um novo modelo que deve receber críticas para não acomodar-se em novas instituições centralizadas7.

Deve-se pensar como e porque o corpo/dança desejaria as tecnologias.


Deixo aqui uma questões:

- pensar sobre corpos coletivos e hiperlocalizados
- dispositivos eletrônicos na dança
- rede: como potencializar a gestão e pesquisa em rede sobre a dança
- o desafio da gestão compartilhada e gestão de redes distribuídas e não descentralizas


(7)Muy importante: pensar la gestión cultural como um trabajo compartido y descentralizado ¿cómo es esto em la práctica? Ejemplo

(1)Me parece que tocas un punto imporante, el tema de que las redes sociales ya existían antes de la llegada de internet. ¿Cómo há afectado el uso de internet a las redes sócias que ya exitían? ¿o cómo se cruzan redes sociaias com redes de comunicacion? (3)¿De qué manera piensas que internet modifica la forma de trabajo em los colectivos?

A segunda abaixo é mais pertinente que a primeira. Certamente seria necessário realizar um estudo mais profundo para poder compreender como foram afetadas dinâmicas ou redes já existentes depois da chegada das redes eletrônicas de comunicação. A primeira pergunta recai ou reforça a existência de uma dualidade entre antes e depois,ou ainda entre real e virtual.

Para efeitos de gestão acredito que seria interessante pensar na internet como um meio a mais, um aparato a mais de comunicação mesmo sabendo que lhe é intrínseca algumas características.

Pensar nos cruzamentos parece mais frutífero.

Primeiramente: a internet mais o terminal/computador é uma grande plataforma de produção de registros. A capacidade de gerar e armazenar registros abre várias possibilidades antes sem precedentes. Quanto mais registros mais possibilidades de pesquisa, mais possibilidades de difusão do registro que podem ser referências.

O cruzamento basicamente está nessa potencia de apreensão e difusão que com o tempo pode tornar-se uma massa crítica ao linkarem-se estas referências.

Segundo: o poder de ser “ trans” ou “ hiperloca”. Possibilita a manuntenção de diálogo a distância e claro aliada a velocidade do presente. Grupos de estudos trasnlocais já existem como a própria redsudamericana de danza, redanillosur, n-1, listas de discussão, etc....

(3)Os coletivos devem enxergarem-se como uma rede em si...quanto mais gente (especialista) envolvida mais poder tem o seu discurso.

2)¿Cómo piensas que se puede dar este apropiamiento? ¿cómo pueden los gestores de danza iniciar um proceso de apropriação do conhecimento?

Os gestores devem estar cientes destes movimentos. Compreender esta esfera da rede não significa apenas amplificar o grau de difusão (a internet não é uma televisão ou canal de rádio de uma via). Ela é o espaço do registro e troco de conhecimento. O que quero dizer é que criar potência é fazer com os outros ao contrário do “ Do It Your Self”.

Na própria dança já estão envolvidos atores diversos: técnico de luz, escritores, pesquisadores acadêmicos, independentes, cenografistas, historiadores. A internet vem apenas para nos lembrara uam vez mais que isso existe: os espaços de diálogo e aproximação. Um dos exercícios de trabalhar em rede é esquecer é escutar o entorno, agora expandido...trabalhar a permeabilidade para vislumbrar linguagens e interesses comuns.

(4)Profundizar más em esta Idea de la apropiación social de internet para crear redes de trabajo

este tema vou estudar um pouco mais para o artigo final. Mas apropriarse é reconhecer que a internet também é um espaço onde existe um jogo de poderes. E´saber que gratiuto é uma coisa, público é outra e livre é uma tensão. Muitas das redes que utilizamos de alguma maneira reforçam os paradigmas de centralidade dos modernos meios de comunicação. Apropriarse é tentar compreender suas dinâmicas e contextos pra não criar falsos discursos.

Para um gestor cultural alguns pontos referentes a publicações devem ser levados em consideração: ou seja eleger sua plataforma de comunicação ou produção exige uma reflexão sobre a confiabilidade desta plataformas. Apropriação também é pensar sobre as licenças e tipo de conhecimento que você quer produzir.

(5)Esta Idea es muy importante. Uma red pude formar parte de outra red. ¿De qué manera ayuda a las redes locales formar parte de uma red mayor?

Sim. Como estamos acostumados em pensar como grupos ou instituições fechadas ao elaborar ou criar um rede logo se apresenta o desafio sobre como ser permeável `a novos integrantes? `a novos grupos? Quem faz parte deste grupo? A própria ideia de pessoa jurídica nos impele a não pensar como um rede por sua estrutura “naturalmente” hierárquica .

Como já dissemos toda rede possui um grau de indefinição e permeabilidade. O que a conforma são os fluxos de informação sem entrepostos mediados (centralizados). Dissemos também que a rede agregar pessoa com as mesmas afetações (deve existir um grau e comum). Uma rede local traz conhecimento e questões a rede mayor e vice e versa....existem inclusive mecanismos computacionais de materializar esta rede de redes como é o caso da giss.tv ou mesmo lorea.cc dando exemplo na área da cultura.

(6)Muy importante para los gestores esta Idea De los flujos de información. (7)Muy importante: pensar la gestión cultural como um trabajo compartido y descentralizado ¿cómo es esto em la práctica? Ejemplo

Esta pergunta coloco para os do Fora do Eixo. Existe um fundo para desenvolvimento ou aperfeiçoamento de ferramentas? Porque digo isso? Existem um debate do uso apenas parasitário das ferramentas livres e como elas não conseguem competir com as proprietária talvez o reino do gratuito mediado por empresas acabe imperando sobre os modelos de gestão destas empresas.

O trabalho compartilhado exige um esforço em devolver para a rede conhecimento e não apenas apropriar-se dele. Não é uma crítica mas um desafio que o CCE_SP tem colocado em pauta ao fazer uso destas ferramentas. AnillaCultural tambem. Isso é uma forma de descentralizar conhecimento pois os resultado (produto) e usos extrapolam o objetivo particular que a rede possa fazer ou ter pensando.

1 “Comunidades de afectados, procomún y don expandido” - Antonio la Fuente y Alberto Corsin Jimez. Revista Fractal. N 57. www.fractal.com.mx

2 http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_social

3 A internet materializou e trouxe uma vez mais a tona modos e relações sociais que por conta do avanço do capital e ideologias liberais foram perdendo força. Entendemos o capitalismo como o reino e avanço das técnicas de mediação social (principalmente efetivadas por relações de mercado). Seus modelos nascem como proposta de descentralização do poder de estado antes estabelecido. na sua evolução se mostra como mais um modelo que tende à centralização dos recursos e do próprio conhecimento, este último via as leis de direitos intelectuais.

4Aula 1. WikiUniversity - “O Futuro da Informação”. http://pt.wikiversity.org/wiki/Introdu%C3%A7%C3%A3o_ao_curso_e_apresenta%C3%A7%C3%A3o_das_ferramentas

5 Aqui você encontra o mapa das redes avanças de pesquisa. um trabalho resumo que não encerra um mapeamento completo. http://www.glif.is/publications/maps/

6 Grupo de pesquisa poéticas tecnológicas  www.poeticatecnologica.ufba.br ;M.A.P.A. D2 www.mapad2.ufba.br ; Programa de pós graduação em artes cênicas/UFBA www.ppgac.tea.ufba.br ; Instituto de humanidades, artes e ciências prof. milton santos/UFBA www.ihac.ufba.br

7 Existem movimentos na Web que tencionam para novos ou volta a modelos centralizados: as granes corporações da informação, as leis dos direitos autorias, as questões da privacidade na rede...


similar:

Com o advento das redes sociais, ou melhor dizendo, como o advento das redes sociais mediadas por aparatos eletrônicos, a própria idéia de tecnologia e de redes iconRedes- revista hispana para el análisis de redes sociales

Com o advento das redes sociais, ou melhor dizendo, como o advento das redes sociais mediadas por aparatos eletrônicos, a própria idéia de tecnologia e de redes iconPrograma: tecnologia en sistemas y redes

Com o advento das redes sociais, ou melhor dizendo, como o advento das redes sociais mediadas por aparatos eletrônicos, a própria idéia de tecnologia e de redes iconVideo que está circulando por las redes, convocatoria 18-a (03/03/2013)

Com o advento das redes sociais, ou melhor dizendo, como o advento das redes sociais mediadas por aparatos eletrônicos, a própria idéia de tecnologia e de redes iconVideo que está circulando por las redes, convocatoria 18-a (03/03/2013)

Com o advento das redes sociais, ou melhor dizendo, como o advento das redes sociais mediadas por aparatos eletrônicos, a própria idéia de tecnologia e de redes iconSi estas interesado en el producto para compra, venta o como oportunidad...

Com o advento das redes sociais, ou melhor dizendo, como o advento das redes sociais mediadas por aparatos eletrônicos, a própria idéia de tecnologia e de redes iconEn el punto 17. 5 de este tema, se explica de manera detallada cómo...

Com o advento das redes sociais, ou melhor dizendo, como o advento das redes sociais mediadas por aparatos eletrônicos, a própria idéia de tecnologia e de redes iconFormular consiste en representar a las sustancias químicas, tanto...

Com o advento das redes sociais, ou melhor dizendo, como o advento das redes sociais mediadas por aparatos eletrônicos, a própria idéia de tecnologia e de redes iconContenido: Redes cristalinas

Com o advento das redes sociais, ou melhor dizendo, como o advento das redes sociais mediadas por aparatos eletrônicos, a própria idéia de tecnologia e de redes iconRedes neuronales en macroeconomia

Com o advento das redes sociais, ou melhor dizendo, como o advento das redes sociais mediadas por aparatos eletrônicos, a própria idéia de tecnologia e de redes iconCapitulo 1 tecnologías de redes


Medicina





Todos los derechos reservados. Copyright © 2015
contactos
med.se-todo.com