Cap IV a inteligência animal. Observações que parecem favoráveis à hipótese da evolução anímica. Os cavalos d'Elberfeid. O cão Rolf. A cadela Lola. – Zou




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títuloCap IV a inteligência animal. Observações que parecem favoráveis à hipótese da evolução anímica. Os cavalos d'Elberfeid. O cão Rolf. A cadela Lola. – Zou
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O ruído provocado por esses sensacionais resultados suscitou violentas polêmicas. Foi nomeada, em 1904, uma comissão composta dos Srs. Stumpf e Nagel, professores de Psicologia e de Fisiologia da Universidade de Berlim; do diretor do Jardim Zoológico; de um diretor de circo; de veterinários; de oficiais de Cavalaria. O inquérito concluiu pela inexistência de truques ou embuste, porque o cavalo calculava exatamente, mesmo na ausência de seu proprietário. Foi então que Oskar Pfungst, aluno do Laboratório de Psicologia de Berlim, depois de estudar atentamente Hans, acreditou poder afirmar que o cavalo era levado a dar respostas exatas pela observação de movimentos inconscientes da cabeça ou dos olhos do experimentador. A questão da inteligência animal pareceu logo enterrada, e, em 1909, o precursor Von Osten morreu desesperado.

Eis, porém, que um dos seus admiradores e dos seus discípulos, Krall, pouco convencido da realidade das explicações de Pfungst, e muito versado no estudo da psicologia animal, herdou Hans, estudou-o metodicamente e apresentou o resultado dos seus trabalhos em um grosso volume, que atraiu de novo a atenção sobre essa questão apaixonante. Krall afirmava, com efeito, que Hans é capaz de trabalhar em completa obscuridade, e ainda quando lhe põem antolhos que o impedem de ver os assistentes. Enfim, contrariava ele, perfeitamente, o que dizia Pfungst, quando falava das perguntas feitas a mais de 4 metros e meio atrás do cavalo.

Não havia mais duvidar: Hans não obedecia a sinais visíveis e as respostas exatas eram o produto do seu próprio psiquismo.

Krall descobriu, em uma série de experiências, que a acuidade visual do cavalo é muito fina e muito grande, e que ele não é sujeito às ilusões ópticas que nele ensaiaram provocar.Finalmente, Hans compreendeu a língua alemã e tornou-se capaz de exprimir idéias por meio de um alfabeto convencional, batido com o casco. (37)

Depois dessas pesquisas, Hans, velho e fatigado, não dava mais que resultados incertos, o que decidiu Krall a procurar dois cavalos árabes, Muhamed e Zarif, de que empreendeu a educação, e esta não tardou a dar os mais brilhantes resultados. Treze dias depois da primeira lição, Muhamed executava pequenas adições e subtrações. Krall não ensinava a seus animais como fazemos essas operações, mas somente no que elas consistem.

No mês de maio seguinte, Muhamed compreendia o francês e o alemão e podia extrair raízes quadradas e cúbicas, executar pequenos cálculos deste gênero:

Além disso, Zarif aprendeu a soletrar palavras que se pronunciavam diante dele e que nunca tinha visto escritas.

Como é de ver, tais resultados suscitaram um espanto geral, porque, como escreveu Claparède, era o maior acontecimento que jamais se produziu na psicologia geral. De todas as partes afluíram sábios que, a princípio incrédulos, voltaram convencidos da realidade das narrativas de Krall. Entre os afamados homens de ciência; que emitiram juízo sobre os cavalos de Elberfeld, citarei, desde logo, Ernest Hoeckel, o ilustre Hoeckel, que escreveu a Krall: - Suas pesquisas cuidadosas e críticas mostram, de maneira convincente, a existência da razão no animal, o que, para mim, nunca foi motivo de dúvida.

O célebre naturalista via, evidentemente, nessa semelhança entre o animal e o homem, uma confirmação de suas teorias materialistas. Vem em seguida o Dr. Edinger, eminente neurologista de Frankfurt, depois os Professores Dr. H. Kraemer e Dr. H. E. Ziegler, ambos de Stuttgart; o Dr. Paul Sarazin, de Bâle; o Professor Ostwald, de Berlim; o Prof. Dr. A. Beredka, do Instituto Pasteur, de Paris; o Dr. Claparède, da Universidade de Genebra; o Prof. Schoeller; o físico Prof. Gehrke, de Berlim; o Prof. Goldstein, de Darmstadt; o Prof. Dr. Von Buttel Reopen, de Oldemburgo; o Prof. Dr. William Mackenzie, de Gênova; o Prof. Dr. R. Assagioli, redator-chefe da revista Psyche, de Florença; o Dr. Hartkopf, de Colônia; o Dr. Freudenberg, de Bruxelas, que vieram a Elberfeld verificar as Inesperadas faculdades que se revelavam entre os pensionistas de Krall. Foi, enfim, o Dr. Ferrari, professor de Neurologia da Universidade de Bolonha, que depois de haver publicado na Revista de Psicologia e nos Annales des Sciences Psychiques um artigo contrário à tese de Krall, declarou-se, em seguida, convencido da realidade da inteligência dos cavalos, depois de maduro exame da questão.

Como diz Alfred Wallace, os fatos são coisas obstinadas e é preciso inclinar-se diante deles, quando irrefutavelmente estabelecidos, como é o caso.

Como explicar, com efeito, senão por um trabalho próprio do animal, resultados como estes? Um dia, Mackenzie e os outros assistentes puseram no quadro o problema seguinte: 10 + 27 Mohamed deu a resposta exata, 37, enquanto os assistentes estavam todos no pátio e olhavam para a cavalariça através de pequena abertura. Outra vez, o problema foi transmitido pelo telefone, e sua solução, ignorada pela pessoa que a escreveu no quadro, foi dada exatamente pelo inteligente quadrúpede.

Há melhor ainda: o Dr. Hartkopf enviou perguntas em envelopes fechados, cujas soluções eram ignoradas pelos assistentes. Muhamed respondeu com exatidão. Maeterlinck, em seu livro L'Hôte Inconnu (O Hóspede Desconhecido), conta que, tendo ido a Elberfeld, apresentou a Muhamed e a Zarif pequenos problemas, de que ignorava as soluções; as respostas, entretanto, foram exatas.

Parece, portanto, que não se trata de transmissão de pensamento ou mesmo de qualquer ação telepática. Como o assunto é da mais alta importância, citarei ainda o relatório do Professor G. Grabow, contra a hipótese de transmissão do pensamento como explicação de todos os casos. Ele experimentou com o cavalo Hans:

Eu colava papel branco em cartas de jogar e punha em cada uma algarismos para pequenas operações, por exemplo: 2 + 3; 4 + 2; 7 - 2; 12 - 5; 5 X 2, etc.

Como havíamos convencionado, Von Osten devia colocar-se no canto esquerdo do pátio, enquanto eu ficava no direito. Em seguida, devia mandar-me Hans. Assim se deu. Hans veio para perto de mim e eu lhe disse: Hans, mostrar-te-ei uma carta na qual há um cálculo a executar; vai ao senhor que ali está defronte, e, se lhe deres a resposta certa, terás açúcar. Queres? Hans respondeu afirmativamente, baixando a cabeça.

Tirei as cartas de meu bolso, misturei-as de maneira a ignorar a carta debaixo, e, mostrando-a a Hans, perguntei-lhe: - Compreendeste? Ele respondeu sim, com a cabeça. - Então vai ali ao senhor defronte e lhe dá a resposta. Hans chegou diante de Von Osten, que lhe perguntou: - Então, qual é a solução? Hans bateu com o pé 5 vezes. - Qual é o primeiro algarismo? Resposta: 2. Qual o segundo? Resposta: 3.

Foi então que olhei a carta que estava embaixo do maço. Com efeito, nessa carta havia 2 + 3 que Hans havia lido, compreendido, calculado corretamente. Tudo isso sem que ninguém o pudesse ajudar e sem ser ajudado mesmo por uma sugestão Inconsciente, no caso impossível.

Quanto a mim, ignorava os números, e Von Osten não podia deles ter conhecimento do outro lado do pátio. - Dr. Grabow. (Membro do Conselho Superior da Instrução Pública da Prússia.).

Eis ainda dois outros exemplos, tanto mais interessantes quanto testemunham uma verdadeira inteligência inicial (38)

Krall, falando do seu pônei, conta as duas anedotas seguintes, que demonstram a espontaneidade da inteligência desses notáveis solípedes.

Certa manhã, por exemplo, chego à cavalariça, e me disponho a dar-lhe sua lição de Aritmética; apenas se acha diante do trampolim, põe-se a bater com o pé. Deixo-o fazer, e fico estupefato por ver uma frase inteira, uma frase absolutamente humana, sair, letra a letra, do casco do animal:

Alberto bateu em Haenschen - disse-me ele, nesse dia. Outra vez escrevi, por seu ditado: - Haenschen mordeu Kama. Como a criança que revê o pai, ele experimentava a necessidade de me pôr ao corrente dos pequenos incidentes da cavalariça; fazia a humilde e ingênua crônica de uma humilde vida sem aventuras...

Em outra circunstância, Zarif soletrou, ele mesmo: eu, fatigado, e em lugar de resolver um problema que se lhe propunha, deu o nome de Claparède, omitindo as vogais, segundo é hábito desses cavalos.

Krall comprou um belo cavalo cego chamado Berto e lhe ensinou o cálculo pelo toque, designando os algarismos com um dedo colocado sobre a pele do animal. A tentativa teve pleno êxito, diz Assagioli, porque, em pouco tempo, Berto aprendeu a bater o número de pancadas correspondentes aos algarismos desenhados sobre a pele. Pôde dar o resultado exato de muitas adições simples, pronunciadas em alta voz, como 65 + 11; 65 + 12, etc.; e, alguns dias antes, tinha respondido corretamente às perguntas: 9 - 4; 8 - 2; 3 X 3, e assim por diante.

Enfim, um pequeno pônei chamado Haenschen aprendeu também o cálculo. Eis, pois, cavalos diferentes em raça e em idade, que nos testemunham sua inteligência, que respondem com exatidão aos pequenos problemas que lhes são postos. Sem dúvida, como os humanos, alhures, nem sempre eles estão bem dispostos; sucede-lhes cometerem erros e, coisa estranha, parece que, por vezes, a personalidade daquele que os examina influi sobre a mentalidade deles; ora, com certas pessoas eles respondem bem e depressa, ora mostram repugnância e má-vontade para com os que não lhes agradam.

Todos esses fatos parecem estabelecer que, em contrário à opinião geralmente adotada, o cavalo é realmente inteligente, raciocina, e que, por aí, está mais próximo da Humanidade do que seríamos tentados a supô-lo, encarando apenas o seu lugar na escala zoológica.

Vejamos, agora, os casos de outro animal familiar, o qual se revela ainda mais extraordinário que os pensionistas de Krall.
O cão Rolf
Os fatos que vamos relatar são tomados, em parte, a uma conferência realizada por Duchâtel, membro da Société Psychique de Paris (39) e a um trabalho do Dr. Mackenzie, aparecido nos Annales des Sciences Psychiques. (40)

Duchâtel foi informado, por um artigo do Matin, dos casos e gestos do cão Rolf, e resolveu verificar por si mesmo a realidade dessas estranhas narrativas. Dirigiu-se, para isso, à casa da Sra. Moekel, mulher de um advogado que mora em Mannheim.

Rolf tinha 3 anos, era um podengo escocês Ayrdale, de pêlo vermelho, com cerca de 60 centímetros de altura.

Para começar, Duchâtel apresentou ao pequeno animal o seguinte problema:

96 – 109

Poucas crianças da l.a série seriam capazes de fazer de cabeça esse cálculo; mas Rolf respondeu imediatamente 9. Perguntado se havia resto, deu o número 5.

Solucionou, ainda, exatamente as duas questões:

10 + 3 = 13 6 - 2 = 4

Há aqui uma observação importante: o cão, intrigado com a presença de um estranho, perguntou à Sra. Moekel, por meio do alfabeto convencionado: Quem é este senhor?

A Sra. Meekel mostrou-lhe a assinatura da carta de Duchâtel, e o cão bateu Duhadl, resultado verdadeiramente extraordinário.

Há aí uma intervenção espontânea da parte do cão, porque nunca lhe apresentaram uma questão como esta.

Rolf demonstrou grande afeição à Sra. Moekel, depois que esta o tratou, por ocasião de um grave acidente que lhe sobreveio. Assim, ele faz todos os esforços por agradá-la. Não a deixando nunca, assistia às lições que ela dava à filha. Foi então que se revelou o que de mais espantoso se pode imaginar, o haver compreendido as lições de cálculo, sem que nunca lhe fossem ensinadas diretamente.

O caso é tão estranho, que não me furto a narrar integralmente o testemunho da Sra. Moekel.

Um dia, ao meio-dia, estava eu sentada, perto das crianças, e preenchia a função ingrata de as ajudar nas suas tarefas. Nossa Friedazinha, tão interessante e tão viva, mas um pouco estúrdia, resistia obstinadamente à solução do problema 2 X 2, quando, em uma ocasião de mau humor, lhe administrei ligeiro corretivo. Nesse momento, o cão, deitado sob a mesa das lições, olhava-nos de tal forma que eu disse:

- Vê, Frieda, ele nos encara como se soubesse isto.

Rolf aproximou-se, sentou-se a meu lado, olhou-me com os olhos bem abertos, e eu lhe perguntei

- Rolf, que desejas? Sabes quanto são 2 X 2?

Com grande espanto meu, ele deu quatro pancadas em meu braço. Nossa filha mais velha propôs-me logo perguntasse ao cão quanto fazem 5 e 5. A resposta foi dada prontamente por dez pancadas, com a pata. Na mesma tarde, continuando as experiências, vimos que o animal resolvia, sem erros, os problemas simples de adição, subtração e multiplicação.

Notemos que no alfabeto das pancadas, foi ainda esse prodigioso animal que indicou o número das que correspondiam a cada letra.

É inegável que estamos em presença de manifestações intelectuais do cão, e, o que é interessante, assim como escolheu o número correspondente às letras do alfabeto, soube, espontaneamente, bater com a pata o número de pancadas necessárias para resolver o problema 2 x 2. Teve ele, pois, a iniciativa desse modo de resposta, fato que denota de sua parte mais reflexão do que se poderia esperar de um animal que nunca foi ensinado a servir-se da pata para exprimir suas idéias.

Rolf, às vezes, faz pilhérias. Como se falasse diante dele de pessoas que são hostis, ele bateu imediatamente:

São burros. A mentalidade de Rolf se manifesta por associações de idéias, que lhe são particulares. Foi assim que, durante uma leitura, ocorreu a palavra outono; perguntou-se-lhe o que significava, e, em lugar da palavra estação, que se esperava ele dissesse, respondeu: O tempo em que há maçãs; simplesmente porque, nessa ocasião, lhe davam maçãs assadas.

Outra nota sobre Rolf:

O casal Meekel recebeu a notícia dos esponsais de um amigo com a Srta. Daisy Falham Chester. Conversava-se em família sobre esse acontecimento, quando Rolf interveio dizendo:

Doutor haver senhorita se chamar como nossa gata. Daisy é o nome da gata da casa e essa homonímia parecia ter despertado a alma galhofeira de Rolf.

E a propósito da gata é preciso dizer, também, que ela sabe fazer pequenos cálculos. E por isso, Rolf, sentindo-se fatigado, em lugar de responder à questão proposta, bateu: - Que Bárbara leve Lol (diminutivo de Rolf) e chame Daisy. Depois desses exemplos, pode-se afirmar com o Doutor Bérillon (41)

Os animais, cujo sistema nervoso apresenta como o do homem tanta analogia de estrutura e de morfologia, não são autômatos, despidos de consciência, de inteligência e de raciocínio, como bons.

Espíritos se comprazem em apresentá-los. Esforços de amestramento e educação, idênticos aos que se aplicam no ensino às crianças, dariam, seguramente, depois de certo tempo, resultados inesperados.

É precisamente o que verificam todos aqueles que têm amor aos animais e a necessária paciência para os educar.

No relatório do Dr. Mackenzie, encontra-se a narrativa de pequena e comovente cena. A Sra. Moekel, que se havia separado da filha para a pôr num pensionato, chorava; eis que

Rolf, sem ser convidado, aproxima-se e bate: Mamãe, não chore, isto faz mal a Lol.

Rolf tem uma companheira, Jela, que também conhece aritmética, mas é menos hábil que seu marido.

Vimos que Daisy é capaz de realizar também pequenas operações. Foi assim que, diante dos Drs. Mackenzie e Wilser, que lhe apresentavam os problemas abaixo, respondeu:

17 + 4 dividido por 7 - 1? Disse: Ficam dois. 3 x 3 - 5? Disse: Ficam quatro.

Foi decididamente a melhor demonstração da faculdade educadora da Sra. Moekel.
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