José Maurício Kimus Dias




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A Igreja, a Mídia e a Parapsicologia
"A Ciência é o melhor utensílio do espírito ocidental e pode abrir mais portas do que o fariam as mãos nuas. Ela é, pois, parte integrante do nosso conhecimento. Ela não encobre e fecha horizontes senão quando pretende ser a única maneira de se compreender o universo." Carl Gustav Jung. "E, no entanto, ela se move!" Galileu-Galilei. esta frase foi dita por Galileu após ter sido obrigado pelo Tribunal do Santo Ofício (Inquisição) - que o estava julgado, entre outras acusações, pela sua afirmação, baseada em Nicolau Copérnico e em suas próprias observações científicas, de que a Terra não é o centro do universo - a renegar suas descobertas. "Não compreendo como o Padre Oscar González-Quevedo pode permitir-se este julgamento [de fraude, no que se refere ao fenômenos dos rostos que se plasmavam na cozinha de uma casa no povoado de Belmez de la Moradela, em Jaén, Espanha, confirmado por várias testemunhas e objeto de intensa pesquisa científica, fotos e gravações que não demonstraram quaisquer indícios de fraude], porque ele jamais esteve em Belmez. Eu nunca o encontrei em nenhum congresso de Parapsicologia, nem na Europa nem nos Estados Unidos, e assim não posso fazer nenhuma idéia da atitude do Padre Quevedo para formular tal julgamento a priori. Os rostos de Belmez são o que se chama de teleplastia espontânea. Se o padre González-Quevedo continuar com a hipótese de fraude, que demonstre isto de forma contundente. Mas isso ele não pode demonstrar. Em vista disto, parece-me correto que, de agora em diante, ele se contenha em seus julgamentos". Dr. Hans Bender, do Institut für Grenzgebiete der Psychologie und Psychohygiene, Friburgo, Alemanha "Quanto maior a ignorância, maior será o dogmatismo." William Ostler Eis que lá vem ele... Aos poucos sua silhueta vai se deixando formar por entre a penumbra e a névoa artificial, feita pela fumaça de gelo seco, em um cenário que lembra os corredores que levam ao salão de torturas de um castelo medieval... Quem será este que vem de negro, ao som de uma música misteriosa, fazendo aguçar atenção dos telespectadores de forma tão explicitamente calculada, para criar um clima artificial de mistério, como se diante de nós estivesse a se materializar um antigo monge medieval atualizado, porém, por um moderno (?) blusão de couro igualmente negro, e tendo no rosto o riso de quem se julga detentor dos segredos de "conhecimentos ocultos"? Segundo a emissora de TV que o contratou para tomar o lugar de um famoso mágico mascarado - aliás, melhor seria dizer que a dita emissora tornou famoso através de sua competente equipe de propaganda [como de costume], com isso se autopromovendo - trate-se de um padre estudioso da parapsicologia, prolífico escritor e inequivocamente detentor de extraordinários dotes intelectuais e um bom conhecimento da área. Mas faltou à competente emissora expor que o mesmo padre é, porém, igualmente reconhecido por ser um polemista extremamente parcial e um dos mais intolerantes sacerdotes da Igreja, em especial no que tange às possibilidades fenomênicas das manifestações paranormais não aceitas [explicitamente] pelo discurso oficial da Igreja, no que, porém, como iremos ver mais adiante, não é, felizmente, seguido por vários outros famosos sacerdotes católicos, mais abertos e equilibrados. Implicitamente, o mais novo polemista das noites de domingo é apresentado como "o maior parapsicólogo do Brasil", mas, além do que diz ele de si mesmo o "Caçador de Enigmas", não sabemos quais foram os referenciais e critérios de comparação, já que não vemos nenhum debate realmente aprofundado entre o dito contratado e outros parapsicólogos nacionais ou estrangeiros. O breve confronto que houve entre este parapsicólogo jesuíta e o Professor e parapsicólogo Clóvis Nunes sobre Transcomunicação Instrumental, ou seja, sobre este interessante fenômeno paranormal, que ocorre em escala mundial, em que sons e imagens de pessoas "mortas" foram e são registrados através de meios eletrônicos em áudio e vídeo, apresentado no dia 23 de janeiro, foi truncado na montagem da edição levada ao ar - eles nunca passam um debate deste quilate e importância em sua íntegra -, e, apesar das interessantes imagens apresentadas, inclusive expondo pesquisadores e técnicos internacionais, entre os quais se encontram outros sacerdotes católicos, o processo de miniaturização das matérias deixou no ar um monte de dúvidas, em especial no que tange à resposta, à guisa de explicação, dado pelo "Caçador de Enigmas". A hipótese de ação do inconsciente não foi apresentada como tal, ou seja, uma hipótese, mas como uma certeza do tipo "Dogma", sobre o qual parece que não há possibilidade de contestação (o que, na verdade, é o que mais há, como veremos mais adiante). De qualquer modo, ficou bem visível o semblante de deboche do ilustre sacerdote parapsicólogo por todo o tempo em que seu interlocutor explicava a técnica de registro de sons e imagens paranormais. O padre, enfim, parece que "possui a chave" que desvenda os enigmas do desconhecido - ou ao menos é nisso que ele crê. O misterioso "Caçador de Enigmas" - título de claro impacto sensacionalista, calculado e montado como os velhos bordões televisivos - se faz presente, agora, como a mais nova "estrela" do mais famoso programa semanal da mais poderosa emissora de televisão, que procurou recuperar os pontos de audiência que vinha perdendo para a concorrência em parte pelo fim das apresentações do "Mister M", o anterior "Príncipe Negro da Magia", e em parte pela mesmice, superficialidade e falta de originalidade do programa. O sacerdote parapsicólogo adentra o horário nobre da hegemônica emissora após ter andado por outras tantas empresas de televisão, o que, de fato, lhe parece ser é algo agradável. Ora, se é este o caso, por que não acrescentar aos vídeos históricos que estão sendo exibidos em comemoração aos 50 anos da televisão brasileira, o debate que houve nos anos 70 entre o "Caçador de Enigmas" e o professor Henrique Rodrigues, engenheiro eletrônico e parapsicólogo, no programa apresentado pela atriz Bibi Ferreira, intitulado Bibi ao Vivo, que atingiu um dos maiores índices de audiência da década citada e onde o prestimoso parapsicólogo sacerdote não se saiu muito bem? Ao menos teríamos uma amostra de um real debate entre duas vertentes da parapsicologia ocorrido na história da televisão sem os reducionismos das montagens e edições atuais... É realmente lamentável que os interesses econômicos que motivam as emissoras de tv comerciais no Brasil (e praticamente em todo o mundo) cheguem a tal falta de escrúpulos que incentivem todo o tipo de presença superficial e mesmo bizarra nos principais programas populares para garantirem maiores pontos na audiência, ignorando pesquisas e estudos sérios, levando certos assuntos importantes ao nível do sensacionalismo ridículo, convidando todo o tipo de gente despreparada ou falsos paranormais, apresentando casos questionáveis, exagerando-os, ou trazendo pessoas que se julguem arbitrariamente detentoras exclusivas de uma certa "verdade", sem apresentarem o ponto de vista de outros, deixando de lado quem é realmente competente para pesar fatos reais do que é espúrio, erro de interpretação ou fraude patente, o que dá margem a pessoas dogmáticas e radicalistas como o Padre Parapsicólogo a levar sua guerra pessoal contra fenômenos e estudiosos destes que questionam certos posicionamentos da Igreja, tomando alguns casos claramente defeituosos ou fraudulentos, generalizá-los e usá-los como padrão, desacreditando muitos outros que foram presenciados e registrados por pessoas sabidamente honestas. Em tempo, ainda que o sacerdote parapsicólogo aparente, acredite ou tente demonstrar ter a "verdade" que lhe é a mais conveniente nas mãos, verdade esta sobre a qual não cabe discussão ou argumentos, não custa nada recordar o fato ocorrido no Anhembi, em São Paulo, em agosto de 1992, quando, no 1º Encontro Brasileiro de Parapsicologia e Religião, Henrique Rodrigues, Clóvis Nunes e o psicoterapeuta Ney Prieto Peres puderam, à convite da própria Igreja, participar de debates com o ilustre parapsicólogo jesuíta que, esperava-se, iria calar de forma irrefutável estes ilustres conferencistas e pesquisadores, que postulam a comunicação entre vivos e "mortos" como uma possibilidade real. O professor Nunes discorreu sobre as pesquisas em Transcomunicação Instrumental e os progressos nas pesquisas em psicotrônica; o psicoterapeuta Prieto Peres discorreu sobre as pesquisas e efeitos terapêuticos do processo de regressão de memória, objeto de pesquisas intensas em universidades dos EUA e Europa, onde nomes com Ian Stevenson, Hans Ten Dam, Morris Netherton, James Fadiman e outros se destacam e o professor Henrique (sobre o qual falaremos mais adiante) apresentou vários slides sobre um museu muito especial criado e mantido pela Igreja Católica Romana, instalado na própria Roma, na rua Lungo Travere Pratti, nº 12,nas dependências da Igreja do Sagrado Coração do Sufrágio. Trata-se do Museu das Almas do Purgatório, em que estão catalogados mais de 280 provas, nos dizeres da própria Igreja, das manifestações das "almas" de mortos em igrejas, mosteiros, conventos, do qual foram testemunhas padres, freitas, bispos e cardeais. O ilustre padre, que se manifestou, logicamente, como de se esperar, contrário às colocações dos dois primeiros pesquisadores supra citados, viu e ouviu detalhes das imagens, nomes, locais, datas, impressões e narrativas dos que presenciaram os fenômenos apresentados pelo professor Henrique e... silenciou! Pois, como nos fala o professor Henrique Rodrigues, das duas uma: ou ele confirma o fenômeno mediúnico [de contato entre vivos e "mortos"] dentro da própria Igreja, ou teria de classificar os envolvidos, como ele costuma fazer com os não-católicos que experienciaram fenômenos análogos, de tolos, charlatães, fraudulentos ou vítimas do próprio inconsciente. Mais ainda, o respeitável parapsicólogo jesuíta católico ainda teve de engolir em seco a declaração apresentada pelo professor Henrique de um outro padre jesuíta, responsável pelo controle do museu, que diz textualmente o seguinte: "A Igreja condena a possibilidade de evocar os espíritos dos defuntos mediante a prática dos médiuns. Aqui se trata de outra coisa. São espíritos que espontaneamente se manifestaram para pedir sufrágios e deixaram marcas de sua passagem", o que derruba o mais divulgado dos dogmas do Sr. Oscar Quevedo, qual seja, o da impossibilidade de manifestação dos mortos em meio aos vivos. Fosse realmente a emissora que o contratou mais interessada na exposição clara e profunda de fatos, e não no mero sensacionalismo para promover um novo contratado e faturar alto com o aumento da audiência - que seria elevado com qualquer que fosse o expositor de um tema sedutor como a parapsicologia -, e poderíamos, quem sabe, repetir o debate entre o Professor Henrique e o Padre Quevedo. Ao menos, se espera que ele aceite este desafio e não use da mesma desculpa que usou na Argentina, quando a televisão de Córdoba o chamou para um debate com o mesmo Henrique Rodrigues ao qual não aceitou com o pretexto do interlocutor ser um mero "espírita fanático"... O novo contratado da Rede Globo, com a "modéstia" que lhe é peculiar - frase que ele mesmo costuma usar ao se referir a si mesmo (talvez por uma compreensiva inflação de um ego vaidoso) -, mais de uma vez deixou implícito no ar que é, junto com seus discípulos e alunos, o único real parapsicólogo do Brasil, o que mostra que o Sr. "Caçador de Enigmas" faz pouco caso de outros centros sérios de pesquisas, menospreza o trabalho de outros e faz vista grossa aos estudos da Universidade Federal de Belo Horizonte sobre estados de consciência, iniciados com Pierre Weil, atual reitor da Universidade Holística Internacional de Brasília - UNIPAZ, e assessor da UNESCO em um trabalho sobre Educação para a Paz, ou estudos de vários outros centros de pesquisas internacionais cujas conclusões NÃO são idênticas às suas, como, por exemplo, a pesquisa da Associação Luso-Brasileira de Psicologia Transpessoal sobre as comunicações mediúnicas, que demonstram as ocorrências de transformações fisiológicas nos médiuns durante o transe. Isso sem falar das várias pesquisas em Psicologia Transpessoal levadas a cabo por vários centros de pesquisa pelo mundo, e os estudos em Psicobiofísica da USP, para ficarmos, por hora, em apenas em alguns exemplos. Esta atitude de se achar o único detentor da verdade a tal ponto de se julgar no direito de menosprezar tanto a busca de outros como de desprezar a crença religiosa de milhões sugere exclusivismo e presunção (não disse ele a Clóvis Nunes, no já citado debate, mais ou menos estas palavras, com o debochado riso de superioridade que lhe é peculiar: "com a humildade que me caracteriza, digo que meus livros são considerados como os melhores livros de parapsicologia DO MUNDO" - com a ênfase na última frase dada por ele mesmo, muito embora, como vemos, não seja esta uma opinião compartilhada por outros parapsicólogos (veja, neste caso, o artigo do parapsicólogo Wellington Zangari intitulado "Pe. Quevedo: Os Melhores Livros de Parapsicologia do Mundo?"). Ora, mesmo que fosse realidade sua certeza, esta arrogância na forma de se expressar e de apresentar as suas teorias é, ao meu ver, muito pouco científica e muito mais uma tremenda amostra de soberba e orgulho, já que, por mais sábio que se julgue, o ilustre parapsicólogo não deixou de ser humano, e, por isso mesmo, incapaz de tudo saber, ainda mais adotando uma pretensa detenção exclusivista da "verdade" e um extraordinário espírito de combatividade contra os que não compartilham de sua visão de mundo(devemos lembrar que, no conjunto dos Dogmas da Igreja Católica, apenas o Papa é considerado infalível, ou, ao menos, é isso o que estabelece o famoso Dogma da Infalibilidade Papal, instituído em 1871 sob o pontificado do controvertido Papa Pio IX. O "Caçador de Enigmas", ao que se sabe, ainda não foi promovido ao mais alto patamar da hierarquia patriarcal da Igreja...), e em termos psicológicos este comportamento pode muito bem ser identificado como um mecanismo de defesa que encobre uma insegurança íntima, projetando em outros a própria sombra. Este comportamento beligerante e vaidoso é algo que mancha a própria respeitabilidade da Igreja Católica, que tão sérios homens teve e tem em seus meios, como Teilhard de Chardin, Frei Betto, Dom Hélder Câmara, Dom José Maria Pires e tantos outros, que buscavam e continuam a buscar o diálogo e, como João XXIII, todas as coisas que unem os homens e não o que os separam... A mesma Igreja que tem o dever de repassar a mensagem de Cristo, para promover a fraternidade e compreensão universais é a instituição com larga história que marcou o pensamento ocidental e que sempre teve homens, enfim, de elevada estatura moral que procuram resgatar a mensagem evangélica de fraternidade e buscaram reparar os graves erros institucionais do passado, erros estes também causados por presunção, orgulho, exclusivismo e vaidade (não nos esqueçamos dos casos, entre tantos, de John Huss, Galileu-Galilei, Joana D'Arc, Giordano Bruno ou da imposição de si mesma como única porta válida para ligação a Deus, ajudando a dizimar culturas inteiras e a perseguir certos grupos étnicos, como judeus, árabes ou índios) de uma elite intelectual, a mais instruída de sua época, mas que, nem por isso, deixou de errar feio. Ainda que reconheçamos a extraordinária inteligência e o conhecimento de nosso Padre parapsicólogo, não aceitamos sua atitude belicosa e desrespeitosa na forma como usa seu conhecimento para menosprezar a busca espiritual, os valores e as crença de outros, seja em relação a aspectos propriamente religiosos, seja ao trabalho científico e admirável de vários outros pesquisadores em parapsicologia. Ainda que seja justo e mesmo útil que exponha as suas idéias, a forma como o faz é, no mínimo, pouco ética. É interessante mesmo notar que o vaidoso Padre Parapsicólogo não é sempre tão bem aceito mesmo entre muitos de seus confrades religiosos, e ele mesmo já teve de amargar algumas observações duras de seus superiores, claro, há algum tempo atrás. Foi assim que, em 1982, ele causou uma polêmica dentro dos próprios corredores da Igreja ao publicar seu livro Antes que os demônios voltem, tendo sido proibido por seu superior hierárquico, Pe. João Augusto MacDowell, de exercer temporariamente a atividade de parapsicólogo, o mesmo fato se repetido em agosto de 1984, quando o CLAP (Centro Latino Americano de Parapsicologia), instituição fundada e dirigida por nosso parapsicólogo teve suas atividades suspensas. Aliás, é bom notar que ele parece ter sérias dúvidas ou mesmo não aceita como reais (como falou em um recente curso de parapsicologia realizado em João Pessoa) algumas das aparições atribuídas à Virgem, como as que ocorreram em 1917 em Fátima, Portugal, e que são objeto de devoção de inúmeros católicos. Na verdade, o parapsicólogo teórico jesuíta não deve se sentir tão à vontade ante o relato dos vários fenômenos de aparições de que está cheio a história da Igreja, pois, sendo autênticas, e nem sempre sendo atribuídas à Virgem, ele tem de concordar que algo como um espírito, nos termos como o entendem os espiritualistas, existe - ou seja, algo que representa a existência de vida após a morte e que pode se comunicar com os "vivos" - (coisa ele negou veementemente no programa "Jô Soares 11 e Meia", para, paradoxalmente, aceitar a existência, no homem do "espírito" no programa do Fantástico, ao menos no que foi ao ar dia 12 de março de 2000. Em seus livros ele admite a existência de um espírito humano, mas não da possibilidade de comunicação deste, depois da morte. Meio contraditório o posicionamento do "Caçador de Enigmas"...), mesmo que este fosse um fenômeno exclusivo e privilegiado da Igreja, o que inúmeras pesquisas em antropologia, em etnologia, psicologia e em história da religião demonstram que não é. O fenômeno das "aparições" é universal e a interpretação de quem os vivencia sempre se apresenta com os traços e roupagens culturais onde se manifestam. Assim, uma aparição pode ser atribuída à Virgem, a uma Deusa hindu, a um espírito protetor, etc., simplesmente porque esta se dá a um nível de percepção que é difícil de descrever na linguagem ordinária, daí a ocorrência de explicações religiosas para definir a quase indefinível experiência mística, como o sabem os psicólogos transpessoais. Hoje, ao contrário, mesmo com este hiato e com os estudos que comprovam a validade de fenômenos que ocorrem não só no espiritismo mas em todas as vertentes religiosas e até mesmo em pessoas que não têm ligação alguma com estes, o "Caçador de Enigmas" parece ser bem incentivado pela ala conservadora da Igreja a levar sua guerra pessoal adiante. E eis que muito provavelmente, em mais um programa, em um outro caso - ninguém sabe indicado por quem e como -, onde o "parapsicólogo" jesuíta consegue, no meio do enigma de um difícil fenômeno aparentemente inexplicável - mas evidentemente gravado e editado como se fosse um dos episódios convencionais da produção televisiva -, desmontar o mistério desse "algo", que é exposto como uma fraude, trapaça, mistificação ou manifestação do inconsciente - em especial no tocante à questão da psicografia e da
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