O pensamento sociológico de karl marx




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1 Georg Wilheim Friedrich Hegel (1770-1831) filósofo, teve grande influência sobre a geração de Marx. Desenvolveu a dialética e em polêmica com E. Kant afirmava ser possível o conhecimento para além da aparência do ser, uma vez que a essência e a aparência compõem um todo único.

2 Friedrich Engels (1820-1895) foi um dos fundadores do socialismo científico ao lado de Marx. Desde cedo identificou-se com os movimentos democráticos e de esquerda. Em sua estadia na Inglaterra aproximou-se dos movimentos operários e do comunismo. Foi destacado polemista, teórico e militante e o maior colaborador de Marx, redigindo uma série de textos em conjunto, destacando O Manifesto Comunista. Ficou responsável, após a morte deste, pelo término do livro O Capital e edição de uma série de textos inéditos de Marx.

3 Ocorreram na Europa um conjunto de revoluções no ano de 1848 onde, em função de transformações advindas do processo de industrialização e da crise econômica do período, arrastaram os governos de vários países num processo de transformações políticas de vulto, quase todas de caráter democrático.

4 Lênin, V.I. - As 3 fontes e as 3 partes constitutivas do marxismo, São Paulo : Ed. Global, s.d.

5 Marx e Engels, Obras esccolhidas, São Paulo: Alfa-Ômega, vol.1, pg. 301

6 “O conceito de forças produtivas de Marx abrange os meios de produção e a força de trabalho. O desenvolvimento das forças produtivas compreende, portanto, fenômenos históricos, como o desenvolvimento da maquinaria e outras modificações do processo de trabalho, a descoberta e exploração de novas fontes de energia e a educação do proletariado” in Bottomore, Tom (org.) Dicionário do Pensamento Marxista, Rio de Janeiro : Jorge Zahar Editor, 1988

7 Marx e Engels, Obras esccolhidas, São Paulo: Alfa-Ômega, vol.1, pg. 301

8 Ele pretendia, após concluir seus estudos sobre o Capital, estudar o Estado burguês e as classes sociais.

9 Como Marx e Engels afirmam no Manifesto: “Onde quer que tenha conquistado o Poder, a burguesia destruiu as relações feudais, patriarcais e idílicas. Ela despedaçou sem piedade todos os complexos e variados laços que prendiam o homem feudal a seus "superiores naturais", para só deixar subsistir, entre os homens, o laço do frio interesse, as cruéis exigências do "pagamento á vista". Afogou os fervores sagrados do êxtase religioso, do entusiasmo cavalheiresco, do sentimentalismo pequeno-burguês nas águas geladas do cálculo egoísta. Fez da dignidade pessoal um simples valor de troca; substituiu as numerosas liberdades, conquistadas com tanto esforço, pela única e implacável liberdade de comércio. Em uma palavra, em lugar da exploração velada por ilusões religiosas e políticas, a burguesia colocou uma exploração aberta, cínica, direta e brutal.

A burguesia despojou de sua auréola todas as atividades até então reputadas veneráveis e encaradas com piedoso respeito. Do médico, do jurista, do sacerdote, do poeta, do sábio fez seus servidores assalariados”. Manifesto do Partido Comunista, disponível em http://www.dhnet.org.br/direitos/anthist/manifesto/mc1.htm, consultado em 05.03.2003.

10 Citado em Naves, Márcio Bilhardino – Marx: Ciência e Revolução, São Paulo : Moderna, Campinas, SP, Editora da Universidade de Campinas, 2000.

11 Op.cit., pg. 71

12 idem

13 Note-se que o lucro aumenta, mas a taxa de lucro diminui, uma vez que faz-se necessário o constante incremento dos meios necessários à produção para que a mais-valia relativa ocorra. Daí Marx afirmar que há uma tendência geral sob o capitalismo de uma taxa decrescente de lucro, fator gerador de crises no sistema.

14 “ O volume de negócios da General Motors é mais elevado do que o produto nacional bruto (PNB) da Dinamarca; o da Ford é mais importante do que o PNB da África do Sul; e o da Toyota supera o PNB da Noruega” in Ramonet, Ignácio – Geopolítica do Caos, Petrópolis : Ed. Vozes, 2001.

15 Manifesto Comunista, idem, idem

16 Marx, K. – A Guerra Civil na França in Obras Escolhidas vol. 1, São Paulo : Ed. Alfa-Ômega, s.d.

17 HOBSBAWN, Eric J. – A Era dos Extremos,São Paulo: Ed. Cia. Das Letras, 1995, pg. 364.
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