Allan kardec segunda parte 15a Reunião




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O LIVRO DOS ESPÍRITOS

ALLAN KARDEC



Segunda parte

15a Reunião



(Itens em estudo: Questões nos 614 a 666.)

Questões para debate



A. Onde se encontra escrita a lei de Deus? (L.E., 621, 621-"A" e 622)

B. De acordo com o ensino espírita, Jesus é o tipo mais perfeito que Deus ofereceu ao homem, para lhe servir de guia e modelo. Ora, considerando que Jesus ensinou as verdadeiras leis de Deus, qual é a utilidade do ensino que os Espíritos nos trazem? (Itens 625, 627 e 628)

C. Para agradar a Deus e assegurar uma boa posição futura, basta ao homem não praticar o mal? (Itens 630, 641 e 642)

D. Há diferentes graus no mérito do bem que praticamos? (Itens 643 e 646)

E. Em quantas partes o ensinamento espírita divide a lei de Deus e qual é, dentre elas, a mais importante? (Itens 647 e 648)

F. Em que consiste a adoração e qual a forma de adoração que Deus prefere? (Itens 649, 650, 653, 654 e 657)

G. Que é prece e qual a sua finalidade? A prece torna o homem melhor? (Itens 658 a 660 e 663)

H. Considerando que podemos orar pelos outros, inclusive pelos que já se encontram desencarnados, pode a prece mudar a natureza de nossas provas? (Itens 662, 663 e 664)

Outros conceitos extraídos do texto


342. A lei natural é a lei de Deus e é a única verdadeira para a felicidade do homem. Ela indica-lhe o que deve fazer ou deixar de fazer, e ele só é infeliz quando dela se afasta. (L.E., 614)
343. A lei de Deus é eterna e imutável, como o próprio Deus. (L.E., 615)
344. Deus não se engana. Os homens é que são obrigados a modificar suas leis, por imperfeitas. As leis de Deus são perfeitas. A harmonia que reina no Universo material, como no universo moral, funda-se em leis estabelecidas por Deus desde toda a eternidade. (L.E., 616)
345. Todas as leis da Natureza são leis divinas, porque seu autor é Deus. O sábio estuda as leis da matéria, o homem de bem estuda e pratica as da alma. O homem pode aprofundá-las, mas uma única existência não é bastante para isso. (L.E., 617 e 617-"A")
346. Entre as leis divinas, umas regulam o movimento e as relações da matéria bruta: são as leis físicas, cujo estudo pertence à Ciência. As outras dizem respeito especialmente ao homem considerado em si mesmo e nas suas relações com Deus e com seus semelhantes: são as leis morais. (L.E., 617, comentários de Allan Kardec)
347. A razão nos diz que as leis divinas são apropriadas à natureza de cada mundo e adequadas ao grau de progresso dos seres que os habitam. (L.E., 618)
348. Os homens podem conhecer a lei de Deus, mas nem todos a compreendem. A compreensão varia de acordo com o grau de perfeição que a alma tenha atingido. (L.E., 619 e 620)
349. O verdadeiro profeta é um homem de bem, inspirado por Deus. Podeis reconhecê-lo por suas palavras e por seus atos. Deus jamais se serve da boca do mentiroso para ensinar a verdade. (L.E., 624)
350. As leis divinas estão escritas por toda parte, no livro da Natureza. Por isso é que seus preceitos foram proclamados, desde todos os tempos, pelos homens de bem e que elementos delas se encontram, apesar de incompletos ou adulterados, na doutrina moral de todos os povos saídos da barbárie. (L.E., 626)
351. É preciso que cada coisa venha a seu tempo. A verdade é como a luz: o homem precisa habituar-se a ela, pouco a pouco; do contrário, fica deslumbrado. Jamais permitiu Deus que o homem recebesse comunicações tão completas e instrutivas como as que hoje lhe são dadas. (L.E., 628)
352. A moral é a regra de bem proceder, isto é, de distinguir o bem do mal. Funda-se na observância da lei de Deus. O homem procede bem quando tudo faz pelo bem de todos, porque então cumpre a lei de Deus. (L.E., 629)
353. O homem, quando crê em Deus e o quer saber, tem meios de distinguir por si mesmo o que é bem do que é mal. Deus lhe deu, para isso, a inteligência. (L.E., 631)
354. Jesus disse: vede o que quereis que vos façam. Tudo se resume nisso. Fazendo assim, ninguém se enganará quanto à distinção entre o bem e o mal. (L.E., 632)
355. Em tudo a lei natural se aplica: quando comeis em excesso, verificais que isso vos faz mal. A lei natural traça para o homem o limite das suas necessidades. Se ele o ultrapassa, é punido pelo sofrimento. Se atendesse sempre à voz que lhe diz – basta, evitaria a maior parte dos males, cuja culpa lança à Natureza. (L.E., 633)
356. Por que o mal está na natureza das coisas? Não podia ter Deus criado a Humanidade em melhores condições? Resposta: "Já te dissemos: os Espíritos foram criados simples e ignorantes. Deus deixa que o homem escolha o caminho. Tanto pior para ele, se toma o caminho mau: mais longa será sua peregrinação. Se não existissem montanhas, não compreenderia o homem que se pode subir ou descer; se não existissem rochas, não compreenderia que há corpos duros. É preciso que o Espírito ganhe experiência; é preciso, portanto, que conheça o bem e o mal. Eis por que se une ao corpo". (L.E., 634)
357. A lei de Deus é a mesma para todos; mas o mal depende principalmente da vontade que se tenha de o praticar. O bem é sempre o bem e o mal sempre o mal. Somente há diferença quanto ao grau da responsabilidade. Tanto mais culpado é o homem, quanto melhor sabe o que faz. (L.E., 636 a 638)
358. O mal recai sobre quem lhe foi o causador. Assim, aquele que é levado a praticar o mal pela posição em que seus semelhantes o colocam, tem menos culpa do que os que, assim procedendo, o ocasionaram. Cada um será punido, não só pelo mal que haja feito, mas também pelo mal a que tenha dado lugar. (L.E., 639)
359. Aquele que não pratica o mal, mas se aproveita do mal praticado por outrem, é culpado tanto quanto se o houvera praticado. Aproveitar do mal é participar dele. (L.E., 640)
360. Será tão repreensível, quanto fazer o mal, desejá-lo? Resposta: "Conforme. Há virtude em resistir-se voluntariamente ao mal que se deseja praticar, sobretudo quando há possibilidade de satisfazer-se a esse desejo. Se apenas não o pratica por falta de ocasião, é culpado quem o deseja". (L.E., 641)
361. Não existe ninguém que não possa fazer o bem. Somente o egoísta nunca encontra ensejo de o praticar. Não há um dia da existência que não ofereça a quem não seja egoísta oportunidade de praticá-lo. Porque fazer o bem não consiste, para o homem, apenas em ser caridoso, mas em ser útil, na medida do possível, todas as vezes que o seu concurso venha a ser necessário. (L.E., 643)
362. Para certos homens, o meio onde se acham colocados representa a causa primária de muitos vícios e crimes, mas ainda aí há uma prova que o Espírito escolheu, quando em liberdade, levado pelo desejo de expor-se à tentação, para ter o mérito da resistência. (L.E., 644)
363. Mesmo mergulhado na atmosfera do vício, o arrastamento para o mal jamais é irresistível, porquanto dentro do ambiente do vício deparamos com grandes virtudes. (L.E., 645)
364. O mérito do bem está na dificuldade em praticá-lo. Nenhum merecimento existe em fazê-lo sem esforço e quando nada custe. Em melhor conta tem Deus o pobre que divide com outro o seu único pedaço de pão, do que o rico que apenas dá do que lhe sobra, disse-o Jesus, a propósito do óbolo da viúva. (L.E., 646)
365. A adoração resulta de um sentimento inato, como o sentimento da existência de Deus. A consciência de sua fraqueza leva o homem a curvar-se diante daquele que o pode proteger. (L.E., 650 e 652)
366. Nunca houve povos formados de ateus. Todos compreendem que acima de tudo há um Ente Supremo. (L.E., 651)
367. A adoração verdadeira é a do coração. Em todas as vossas ações, lembrai-vos sempre de que o Senhor tem sobre vós o seu olhar. A adoração exterior será, contudo, também útil, se não consistir num simples simulacro. Os que a fazem por afetação e amor-próprio, desmentindo com seu proceder a aparente piedade, dão mau exemplo e não imaginam o mal que causam. (L.E., 653 e 653-"A")
368. Todo aquele que professe uma religião, e a pratique por interesse e ambição, torna-se desprezível aos olhos de Deus e dos homens. A Deus não podem agradar os que fingem humilhar-se diante dele tão-somente para granjear o aplauso dos homens. (L.E., 655)
369. Reunidos pela comunhão de pensamentos e dos sentimentos, mais força têm os homens para atrair a si os bons Espíritos. O mesmo se dá quando se reúnem para adorar a Deus. Não pensemos, porém, que a adoração particular seja menos valiosa. (L.E., 656)
370. Quem passa todo o tempo na meditação e na contemplação nada faz de meritório aos olhos de Deus, porque vive uma vida toda pessoal e inútil, e Deus lhe pedirá contas do bem que não houver feito. (L.E., 657)
371. A prece é sempre agradável a Deus quando ditada pelo coração, pois para ele a intenção é tudo. Ele prefere a prece do íntimo à prece lida, por mais bela que seja, se for lida mais com os lábios do que com o coração. A prece lhe agrada sobretudo quando feita com fé, com fervor e sinceridade. A prece do homem fútil, orgulhoso e egoísta só o toca quando significa um ato de sincero arrependimento e de verdadeira humildade. (L.E., 658)
372. A prece não pode remir as faltas. Aquele que pede a Deus perdão de suas faltas só o obtém mudando de proceder. As boas ações são a melhor prece, porque os atos valem mais do que as palavras. (L.E., 661)
373. Podemos orar utilmente pelos outros. O Espírito de quem ora atua por sua vontade de praticar o bem e atrai a si, mediante a prece, os bons Espíritos, que se associam ao bem que deseje fazer. (L.E., 662)
374. É útil orar pelos mortos e pelos Espíritos sofredores. A prece não pode ter por efeito mudar os desígnios de Deus, mas a alma por quem se ora experimenta alívio, um refrigério, por haver encontrado almas caridosas que se compadecem de suas dores. Assim, pode-se abreviar a pena, se, por sua parte, ele secunda a prece com a boa-vontade. O desejo de melhorar-se, despertado pela prece, atrai para junto do Espírito sofredor Espíritos melhores que o vão esclarecer, consolar e dar-lhe esperanças. (L.E., 664 e 665)
375. Pode-se orar aos bons Espíritos, como sendo os mensageiros de Deus e os executores de sua vontade. O poder deles está, porém, em relação com a superioridade que tenham alcançado e dimana sempre do Senhor de todas as coisas, sem cuja permissão nada se faz. (L.E., 666)


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